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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Pesquisa revela áreas com maiores médias salariais no Brasil

Mineração, Extração de Óleo e Gás aparecem nos primeiros lugares


Um estudo feito pela Catho, empresa especializada em consultoria de Recursos Humanos (RH), fez um estudo que relaciona a média salarial ao ramo do emprego escolhido durante os últimos 12 meses. Mineração, Extração de Óleo e Gás integram as atividades  que melhor remuneram no Brasil. A média salarial dessa área é 59,79% maior do que a média nacional.
A fabricação de Equipamentos Elétricos e Eletroeletrônicos tem média salarial 44,09% superior à nacional, Fabricação de Papel e Similares (43,05%), Indústria de Autopeças (39,97) e Fabricação de Equipamento e Maquinário Industrial, Hidráulico e para Construção têm 29,29% da remuneração. 
Áreas como Credenciamento, Reportagem e Medicina Cirúrgica foram as três que registraram maior crescimento, com 38,44%, 30,43% e 25,60%, respectivamente.
Indicadores

Um fator que impacta diretamente na média salarial é o nível de escolaridade. Em todos os níveis hierárquicos, a formação é um grande diferencial. Um exemplo para ilustrar as situações ocore nos casos de cargos de gerência: um MBA pode representar incremento de até 22,61% se comparado com a remuneração média de quem possui Formação Superior.

A fluência em um segundo ou terceiro idioma também interferem de forma significativa. A pesquisa mostra que o domínio da língua inglesa pode representar 64,35% a mais no fim do mês (cargo de gerência). Supervisores ganham em média 48,24% a mais.

Fonte: http://www.ibahia.com

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Petrobras dá início à produção em águas ultraprofundas do Golfo do México

Petrobras dá início à produção em águas ultraprofundas do Golfo do México
Divulgação Petrobras Divulgação Petrobras
A Petrobras informa que teve início hoje, 2/12, a produção do campo de St. Malo, localizado a aproximadamente 450 km ao sul de Nova Orleans, Louisiana, nos Estados Unidos.
A profundidade de água é de cerca de 2.100 metros na área de Walker Ridge, no Golfo do México, e a profundidade do reservatório é de 8.077 metros.
Descoberto em 2003, St. Malo dispõe de um sistema de completação conectado a uma unidade de produção semi-submersível.
A plataforma Jack/St. Malo é compartilhada pelos campos de St. Malo e Jack e tem capacidade de produção de 170 mil barris de petróleo e 1,2 milhão de metros cúbicos de gás por dia, com possibilidade de futura expansão.
É a maior plataforma semi-submersível em deslocamento instalada no Golfo do México americano, projetada para operar por pelo menos 30 anos.
A Petrobras no Golfo do México
A Petrobras é líder em operações em águas ultraprofundas, devido à sua experiência e tecnologia desenvolvidas nas operações offshore no Brasil. St. Malo é o terceiro campo em águas ultraprofundas em que a Petrobras atua no Golfo do México, nas camadas geológicas do Terciário Inferior (formadas entre 23 e 65 milhões de anos atrás).
Também no Terciário Inferior, a Petrobras opera nos campos de Cascade e Chinook, em produção desde 2012, com o navio-plataforma BW Pioneer, o primeiro FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo) aprovado para operar no setor americano do Golfo do México.
Além disso, a Petrobras tem participação nos campos de Tiber, Lucius, Hadrian South e Hadrian North, todos com significativas reservas de petróleo e gás.
A Petrobras tem 25% de participação no campo de St. Malo. A Chevron, por meio de suas subsidiárias Chevron U.S.A. Inc. e Union Oil Company of California, é a operadora com 51%.
A Statoil Gulf of Mexico LLC tem 21,4%, a ExxonMobil e a Eni Petroleum US LLC possuem 1,25%, cada. A Petrobras ainda detém 15% de participação na plataforma Jack/St. Malo.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br

Média de barris de petróleo produzida supera em 15% marca de 2013

Média de barris de petróleo produzida supera em 15% marca de 2013
Divulgação Petrobras Divulgação Petrobras
A produção brasileira de petróleo e gás natural liquefeito (GNL) em outubro de 2014, pela quinta vez consecutiva, alcançou níveis recordes.
No mês, a produção média atingiu a marca de 2.494 mil barris diários. Essa marca supera a de setembro último em 1,58%, e a de outubro de 2013 em 15,1%.

Nos dez primeiros meses do ano, a produção média foi de 2.310 mil barris por dia, 10% maior que a observada em 2013 e 6,2% maior do que mesmo período em 2011, a produção mais alta até então.
Destacaram-se no crescimento de produção os Campos de Roncador, Jubarte e Baleia Azul, na Bacia de Campos, e Lula e Sapinhoá, na Bacia de Santos.

A continuidade da interligação de novos poços às plataformas instaladas em 2013, assim como o início da operação em outubro e novembro deste ano das plataformas Cidade de Mangaratiba (Campo de Lula) e Cidade de Ilhabela (Campo de Sapinhoá), respectivamente, indicam que a produção brasileira deverá manter sua trajetória de crescimento também nos próximos meses.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br

Você conhece a bridgmanita? Deveria, pois ele é tido como o mineral mais abundante do planeta...


Em junho deste ano foi aprovado, pela Comissão dos Novos Minerais, Nomenclatura e Classificação (CNMNC) o nome de bridgmanita  para um mineral tido como o mais comum do planeta. 

A bridgmanita, também chamada de sílica-perovskita (Mg,Fe)SiO3, ocorre como o principal mineral do manto inferior, a profundidades maiores do que 660km e menores do que 2.600km (veja gráfico). 

Abaixo de 2.600km a bridgmanita é substituída pela pós-perovskita. 

O nome foi dado em homenagem ao Prêmio Nobel na pesquisa de alta pressão Percy Bridgman. 

Até pouco tempo atrás a bridgmanita nunca havia sido identificada em amostra de mão. Pelo menos é o que se acreditava... 

Ela já havia sido sintetizada artificialmente em 1975 e sua existência inferida em 1962.

O motivo é que as rochas do manto inferior raramente chegam até a superfície. 


Manto

Aqui no Brasil nós sabemos de um caso onde a bridgmanita já havia sido identificada, bem antes dos cientistas perceberem. 

O mineral foi encontrado em rochas geradas a grandes profundidades, mais precisamente o kimberlito Collier 4 de Juína, descoberto pela equipe da Rio Tinto na década de 90, que foi formado a mais de 500km. 

Estudos científicos sobre o Collier 4 e seus diamantes propiciaram a identificação de minerais do tipo da bridgmanita, que no entanto foram descritos pelos geólogos e mineralogistas como Ca-Si perovskita . Ou seja: historicamente essa foi a primeira descoberta de bridgmanita natural terrestre, publicada no 10th International Kimberlite Conference -2012. 

Os kimberlitos de Juína apresentaram, também,  raras inclusões metálicas como a de ferropericlásio  (Mg,Fe)O,  que se associam às bridgmanitas no manto inferior. 

Nós do Portal do Geólogo acreditamos que Juína ainda será "redescoberta" pelos cientistas e mineralogistas servindo para a confirmação de minerais e variedades minerais apenas intuídas teoricamente.

No entanto a história oficial é contada de uma forma bem diferente: somente com os estudos de um meteorito (foto) que caiu na Austrália em 1879 é que os mineralogistas viram, pela “primeira vez”, a brigmanita natural... 

Talvez o nome deva ser redefinido para Juinita e não Bridgmanita...quem sabe os nossos cientistas da UNB, que também estudaram o Collier 4, comprem essa briga...


Fonte: http://www.geologo.com.br

Vale faz o dever de casa: resultados irão aparecer


A Vale está realmente lutando para sobreviver como uma das maiores mineradoras do planeta.




Ela está cortando os custos operacionais do seu principal produto o minério de ferro. 

Com a entrada de S11D este custo médio deverá cair pois, segundo experts da área, o custo operacional por tonelada do S11D (não é o AISC) será de US$15/t já que o minério é mais friável do que o de Carajás e de alto teor. 

Os custos do frete estão sendo reduzidos a medida que os portos chineses começam a aceitar os giganavios valemax de 400.000t. 

A empresa está vendendo vários ativos entre estes ela vai vender até 40% de toda a sua divisão de metais básicos. Esta venda será feita através de um IPO de uma nova empresa que irá incorporar todos os ativos de níquel que um dia pertenceram à INCO. Desta forma a Vale irá levantar em torno de US$15 bilhões e evitar a contaminação dos problemas com o minério de ferro em uma divisão que vem crescendo. 

O interessante é que a Vale acha que a nova empresa deverá valer em torno de US$35 bilhões...um interessante efeito de multiplicação dos pães já que a Vale toda vale hoje US$42 bilhões... 

De qualquer maneira, com ou sem a mágica da multiplicação, ela está, praticamente, devolvendo a INCO, cujos ativos estão no Canadá, aos investidores canadenses o que deverá ser bem aceito na Bolsa de Toronto.  Inclusive o nome INCO deverá voltar a ser usado em uma grande jogada de marketing.

Como parte de sua estratégia a Vale estará cortando, também, 30% dos investimentos futuros que seriam de US$14,8 bilhões. É o quarto ano seguido que a mineradora efetua cortes nos investimentos. 

Mesmo assim, ela ainda aposta tudo na sua divisão de minério de ferro que ampliou a produção no último trimestre para 85,7 milhões de toneladas. 

A empresa e seu CEO acreditam piamente que os preços irão voltar a subir em 2015 e que os investimentos bilionários que estão sendo feitos no aumento da produção e na viabilização do seu grande projeto S11D, serão recompensados.

A Vale acaba de receber o grau BBB de investimento da Morningstar. BBB significa que a empresa tem um risco moderado de inadimplência...Não é bom, mas deve melhorar. 


Fonte: http://www.geologo.com.br

NASA testa capsula que poderá levar humanos para Marte


Na quinta-feira (4), a NASA irá iniciar um programa que planeja levar astronautas para além dos limites da órbita terrestre pela primeira vez desde 1972.
Nenhum astronauta estará a bordo do voo teste da cápsula Orion, mas a agência espacial americana espera que este seja o primeiro passo da nova fase da exploração humana no sistema solar.
A primeira missão tripulada da Orion está prevista para o começo da próxima década, e tem como objetivo final pousar um veículo com astronautas em Marte.
"Quinta-feira será o começo dessa jornada", afirmou o chefe do programa Orion Mark Geyer na terça-feira (2), em uma entrevista coletiva na sede da agência.
A cápsula Orion será lançada a partir da base da NASA em Cabo Canaveral, na Flórida. A decolagem está prevista para 10h05, horário de Brasília, pouco após o amanhecer no horário local.
O foguete que irá levar a Orion para o espaço irá impulsionar a cápsula de 3,35 metros até uma distância de 5 793 da superfície da Terra.
Por comparação, a Estação Espacial Internacional está 402 quilômetros distante do planeta.
A Orion, então, irá retornar à atmosfera da Terra, com velocidade de 32 000 km/h, caindo no Oceano Pacífico. A cápsula será levada de volta à Florida para análise detalhada dos resultados da viagem.
O voo de 375 milhões de dólares (valor equivalente a 961 milhões de reais) irá testar o desempenho do paraquedas, proteção do calor, além de outros sistemas vitais para a sobrevivência dos futuros tripulantes.
Mais de 1 200 sensores irão registrar informações para a missão.
Depois do voo teste, a próxima decolagem da Orion deve acontecer em 2018. O primeiro voo tripulado, por sua vez, não deve acontecer antes de 2021.
O próximo destino também é incerto. A NASA planeja capturar um asteroide e colocá-lo na órbita lunar, para que astronautas embarquem na Orion e analisem sua superfície.
Mas a agência americana esbarra em questões orçamentárias.
A missão Orion fazia parte de um programa que levaria astronautas americanos de volta à Lua, aprovado ainda no governo de George W. Bush e cancelado por Barack Obama, por ser caro demais.
Congressistas americanos conseguiram aprovar uma versão reduzida do programa - a cápsula que irá decolar na quinta-feira é parte do projeto.
Fonte: http://exame.abril.com.br

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Inteligência artificial é ameaça à humanidade, diz Hawking


O físico britânico Stephen Hawking afirmou nesta terça-feira (2/12), em entrevista a BBC, que a inteligência artificial é uma ameaça à raça humana.
A declaração foi feita ao durante uma sessão de perguntas e respostas sobre seu novo sistema de fala, que ficou 10 vezes mais veloz e tem tecnologia da Intel e da Swiftkey, conhecida por seu teclado para dispositivos móveis.
"O desenvolvimento da inteligência artificial total poderia significar o fim da raça humana", afirmou Hawking.
Ele reconhece que as máquinas tenham grande utilidade no dia a dia, mas teme o desenvolvimento desses aparelhos e o esforço de cientistas em torná-los pensantes, de forma que sejam equivalentes ou mesmo superiores aos humanos.
"Os humanos, limitados pela evolução biológica lenta, não conseguiriam competir e seriam desbancados [pelas máquinas inteligentes]."
O físico não está só com esse temor. O bilionário sul-africano Elon Musk, fundador e presidente da Tesla e SpaceX, afirmou recentemente que a inteligência artificial é a ameaça mais séria para a sobrevivência da espécie humana.
"Estamos invocando o demônio com a inteligência artificial. Em todas essas histórias onde existe um cara com um pentagrama e água benta, ele tem certeza que consegue controlar o demônio. Mas não funciona", disse Musk, durante uma palestra para estudantes no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos.
Fonte: http://exame.abril.com.br