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segunda-feira, 6 de junho de 2016

'Não vim para privatizar a Petrobras', diz novo presidente

Novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, durante evento no Rio de Janeiro. 02/06/2016
Apontado por centrais sindicais como "ultraliberal", o novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou ontem que a privatização da estatal "não está madura" para ser discutida com a sociedade.
Segundo ele, a privatização não está em pauta no governo.
Parente descartou socorro do governo a estatal e defendeu "parcerias" com investidores para projetos estratégicos e voltou a pedir o fim da participação obrigatória da estatal em áreas de exploração do pré-sal.
"Não vim para cuidar de privatização da Petrobras. Não vou perder tempo com essa questão, porque não está madura para uma discussão na sociedade", afirmou o executivo em entrevista à Rádio Gaúcha, ontem.
"Isso é uma decisão de acionista controlador. Eu não vejo essa discussão acontecendo no governo e não foi parte da conversa do presidente (Michel)Temer comigo".
Parente disse que sua missão é "resgatar" a companhia que, segundo ele, foi vítima de uma "quadrilha organizada". "O principal acionista não é o governo federal, é a sociedade brasileira. Nós somos proprietários", completou.
Segundo o executivo, sua atuação terá foco na redução do endividamento. Parente voltou a descartar uma capitalização na empresa pelo governo. "Se o problema foi gerado dentro da companhia, temos que encontrar os meios para resolvê-lo dentro da própria companhia", afirmou o executivo.
Ele disse priorizar parcerias com investidores à venda completa de ativos. "É onde pensamos em ir neste momento", afirmou Parente. Ele não detalhou o modelo estudado para subsidiárias já listadas para venda, como BR Distribuidora e Transpetro.
Ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, o novo presidente defende retirar da estatal a obrigação de atuar em todos os consórcios do pré-sal, além de ser a operadora única das áreas de exploração.
O projeto que altera a lei do setor, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), aguarda votação na Câmara, após ter sido aprovado no Senado, em fevereiro. Parente acredita que as mudanças podem "levar ao potencial máximo" a exploração do pré-sal.
Críticas
O discurso de posse e as posições do executivo foram criticados por sindicatos de trabalhadores e por pesquisadores.
Para o professor Luiz Pinguelli, diretor da Coppe/UFRJ, a Petrobrás deve manter o "protagonismo" no pré-sal e a política de conteúdo local para diversificar a indústria, também criticada pelo novo executivo.
"O problema não é aumentar a produção e se tornar exportadora. Ela vive batendo recordes. A questão é diminuir a necessidade de importação de derivados. A empresa só faz sentido enquadrada em uma política de Estado".
Para Pinguelli, o novo presidente não é ligado ao setor e se equivoca nas posições anunciadas, que diz "discordar radicalmente". "Ele volta à política neoliberal do governo FHC, tem um viés nitidamente ideológico. Se é para destruir a Petrobras, vamos brigar contra ele", afirmou.
Outras entidades de classe criticaram as propostas de Pedro Parente para a empresa.
A Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), o acusa de "promover o desmonte da empresa, inclusive abdicando do pré-sal". "As posições de Parente atentam contra a integridade da Petrobras".
Também a Federação Única dos Petroleiros (FUP), maior entidade da categoria, criticou "a agenda de privatização" do executivo.
"O Parente explicitou o que pensa o PSDB sobre o pré-sal, que é entregá-lo a outras empresas. Somos o único país que tem petróleo e prefere vender mesmo com as cotações em baixa", afirmou o sindicalista José Rangel.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

Chega a 41,2% a participação de renováveis na matriz energética do Brasil

Chega a 41,2% a participação de renováveis na matriz energética do Brasil
Divulgação Divulgação
A participação das energias renováveis na matriz energética brasileira passou de 39,4% em 2014 para 41,2% no ano passado.
O etanol e o bagaço de cana tiveram a maior participação entre as renováveis, com 41,1%, seguidos da energia gerada por hidrelétricas (27,5%), lenha e carvão vegetal (19,9%), biodiesel (2,5%) e eólica (1,5%). Os dados estão na Resenha Energética Brasileira de 2016, divulgada hoje (6) pelo Ministério de Minas e Energia.
O indicador brasileiro é superior ao dos países desenvolvidos, que têm 9,4% de renováveis. “A expressiva participação da energia hidráulica e o uso representativo da biomassa na matriz energética brasileira proporcionam indicadores de emissões de CO2 bem menores do que a média mundial e dos países desenvolvidos”, diz o estudo. Entre as fontes usadas especificamente para gerar energia elétrica, 75,5% são renováveis.
No Brasil, as emissões de CO2 recuaram 4,6% em 2015, em razão da queda de 7,2% no consumo de derivados de petróleo. Entre as fontes de energia não renováveis usadas no país, a maioria refere-se a óleo (63,4%) e gás (23,3%), além de carvão, energia nuclear e gás industrial.
A oferta interna de energia no ano passado ficou 2,1% menor que a de 2014, informa a resenha. De acordo com o documento, a queda é coerente com o recuo de 3,8% na economia e teve como principais indutores as taxas negativas de 3% no consumo industrial de energia e de 2,6% no consumo de energia em transportes.
A resenha mostra ainda que 99,3% dos domicílios particulares do país tinham acesso à eletricidade no fim de 2015. Cerca de 500 mil domicílios ainda não contam com energia elétrica.
A Resenha Energética é um documento oficial elaborado pelo Ministério de Minas e Energia para divulgar os principais indicadores de desempenho do setor energético brasileiro nas áreas de petróleo, gás, bioenergia, energia elétrica, carvão mineral e setores intensivos. O levantamento de dados é feito pela Empresa de Pesquisa Energética, com a participação de agentes do setor e de outros ministérios.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

Matriz de energia renovável compõe indicador nacional que avalia as 50 cidades brasileiras

Matriz de energia renovável compõe indicador nacional que avalia as 50 cidades brasileiras
Divulgação Divulgação
Nos próximos dias 8 e 9 de junho acontece no Porto Maravilha, Rio de Janeiro, o Connected Smart Cities 2016. No evento, que tem o objetivo de debater iniciativas para tornar as cidades brasileiras mais inteligentes e conectadas, será feito o anúncio das 50 cidades brasileiras com maior potencial de desenvolvimento. O ranking é dividido em 11 setores e um deles é energia. Geração de energia e expansão da matriz renovável, especialmente experiências e geração em biomassa, solar e eólica, é um dos componentes da pontuação do setor, que também avalia percentual de domicílios com energia elétrica e qualidade e alcance da iluminação pública. Em 2016, os 18,7 KW de potência outorgada de usina de biomassa em operação deram a Guarapuava, combinados com 99% de domicílios com luz elétrica, município de 170 mil habitantes na região centro-oeste do Paraná, a liderança no setor Energia.
Para se chegar ao ranking foram avaliados 700 municípios em todo o país, com base em11 setores: Mobilidade, Urbanismo, Meio Ambiente, Energia, Tecnologia e Inovação, Saúde, Segurança, Educação, Empreendedorismo, Economia e Governança. “Por meio do intercâmbio de informações, unimos empresas de serviços e tecnologia de ponta, especialistas, prefeituras e pessoas engajadas com a otimização das cidades do Brasil, buscando inspiração em soluções implantadas nas cidades mais inteligentes do mundo”, destaca Paula Faria, diretora executiva da Sator, empresa idealizadora e organizadora do evento.
Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, fará a abertura do evento. O fórum contará ainda com a participação de Bianca Debaets, Secretária de Estado da Região de Bruxelas-Capital; Alberto Teixeira, sociólogo e professor associado da Universidade Federal do Pará (UFPA); Basílio Dagnino, coordenador do GT da norma ABNT NBR ISO 18091; Dulce Helena Cazzuni, Secretária de Planejamento e Gestão de Osasco desde 2013, e que atua no setor público há mais de 26 anos.
Durante o Connected Smart Cities serão apresentados e analisados projetos em estudo ou já implementados que traduzem os diversos modelos de conectividade. Os participantes conhecerão exemplos bem sucedidos e aplicados em cidades como Curitiba (PR), Brasília (DF), Ipojuca (PE), Barueri (SP), Recife (PE), Campinas (SP), Guapuava (PR), Rio de Janeiro (RJ). Durante os dois dias também serão discutidos temas como as políticas público privadas como aliadas dos municípios para execução de projetos estratégicos: os desafios para modelagem; Eixos e Premissas para a criação de modelagem para estruturação de projetos de cidades inteligentes; A importância da criação de políticas públicas e ferramentas de apoio para o desenvolvimento dos APLs - Arranjos Produtivos Locais; A busca por alternativas de transporte e a regulamentação das novas tecnologias; A energia como vetor fundamental para o desenvolvimento das cidades inteligentes entre outros.
Evento - Connected Smart Cities 2016
Data: 8 e 9 de junho
Local: Armazém da Utopia, Porto Maravilha - Rio de Janeiro

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

Brasil recebe evento internacional para discutir o mercado de energia solar

O Brasil tem se consolidado nos últimos anos como uma das principais potências em energia solar na América Latina. Leilões Federais dedicados exclusivamente a esta fonte, somados à vocação natural do país para explorar este recurso - dada a sua localização geográfica - e a necessidade de o país diversificar sua matriz energética, são ingredientes que devem impulsionar ainda mais o setor nos próximos períodos.
Para promover as tecnologias e aplicações da energia solar no país, será realizada a exposição e conferência Intersolar South America 2016, de 23 a 25 de agosto no Expo Center Norte, em São Paulo. A intersolar, que este ano completa 25 anos percorrendo o mundo para promover este mercado, receberá nesta sua 5ª edição sul-americana empresas, profissionais e usuários para debater tendências, realizar negócios e trocar conhecimentos sobre os desenvolvimentos tecnológicos desse mercado, métodos de produção eficientes, formação profissional na área, financiamento e planejamento de projetos, e apresentar soluções, entre outras atividades.
Para esta edição, são esperados mais de 100 expositores, nacionais e internacionais, que vão apresentar novas tecnologias em células e módulos fotovoltaicos de silício cristalino e de filmes finos, componentes de sistemas FV, tecnologias de baterias, rastreamento solar e sistemas de montagem, entre outras soluções.
De acordo com Mônica Carpenter, diretora da Aranda Eventos, empresa organizadora, a Intersolar South America é realizada em um momento oportuno, quando estão em pauta as melhorias estruturais que o país tanto necessita no campo da energia. “A Intersolar será o ambiente ideal para a discussão, por um lado, da expansão das grandes usinas solares no País e, por outro, da mudança de paradigma que representa o avanço da geração distribuída, em que o pequeno consumidor começa a abandonar sua condição passiva para produzir a própria eletricidade”, afirma a executiva.
Encontro Nacional de Instalações Elétricas – ENIE 2016
A edição deste ano da Intersolar South America será realizada de forma simultânea com o Encontro Nacional de Instalações Elétricas (ENIE), também nos dias 23 a 25 de maio. O evento, também composto por congresso e exposição, vai apresentar o que existe de mais avançado em tecnologia de instalações, equipamentos e sistemas elétricos prediais e industriais de média e baixa tensão e seus componentes, além de sistemas de iluminação interna, externa e pública. O evento reunirá projetistas, instaladores, construtoras, concessionárias de energia elétrica, fabricantes, distribuidores, consultores, prestadores de serviços, órgãos governamentais, institutos e instituições de ensino, usuários da indústria, do comércio e do terceiro setor.
Mercado de Energia Solar - Mesmo com Chile e México ainda liderando este mercado na América-Latina, o Brasil aparece como forte candidato a ser o principal protagonista do segmento no longo prazo. Para ratificar o bom momento do setor, o Brasil terá um novo leilão voltado à energia solar, o 1º Leilão de Reserva, marcado para julho – de acordo com anúncio feito pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Para esta edição, de acordo com a empresa, foram cadastrados 295 projetos que, juntos, irão ofertar 9.210 megawatts de potência instalada. Deste total, a Bahia se destaca com o maior número de empreendimentos cadastrados, com 61 unidades (1.593 MW). Em seguida vêm Piauí, com 42 projetos (1.430 MW), e São Paulo, com 44 projetos (1.328 MW). Outro Leilão deverá ocorrer em outubro. A projeção do Governo Federal é de que a capacidade brasileira deve chegar aos 110 GW em 2040.
Em 2015, o número de painéis fotovoltaicos instalados no Brasil cresceu substancialmente, em função do aumento nas tarifas de eletricidade, que sofreram incremento de até 50%. Outro ponto que cooperou para este avanço foram as mudanças na regulamentação, que permitiram aos consumidores implantarem sistemas fotovoltaicos em suas instalações e interligá-los à rede da distribuidora: gerando sua própria energia, eles podem até mesmo zerar sua conta de luz e ainda injetar energia excedente na rede, ficando com créditos para consumos futuros.
Em São Paulo, o Governo do Estado publicou em 2015 dois decretos que incentivam a mini e microgeração de energia elétrica solar e a produção de peças para a fabricação de módulos e outros produtos para energia fotovoltaica. Com esta medida, o Governo Paulista pretende atingir 69% de participação de fontes renováveis em sua matriz energética até 2020.
Já Minas Gerais figura como um dos estados que mais apresentam micro e miniusinas, geralmente instaladas nos telhados de residências e comércios. Além destes estados, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Paraíba, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, regiões privilegiadas por suas posições geográficas, com incidência de sol praticamente o ano todo, também se movimentam para disseminar a tecnologia.
Mercado de trabalho
Outro destaque da energia solar é seu enorme potencial de geração de empregos. De acordo com estimativas de especialistas do setor, nos próximos 15 anos poderão ser gerados cerca de quatro milhões de postos de trabalho no Brasil, com trabalhadores especializados na fabricação de componentes, além de projetistas, integradores, instaladores e profissionais de manutenção de sistemas fotovoltaicos. Outro vasto campo que se abre, portanto, é o de formação de mão-de-obra na área.
Sobre a Intersolar
Com eventos abrangendo quatro continentes, Intersolar é a série de exposições mais importantes do mundo para a indústria solar e seus parceiros. Ele une as pessoas e empresas de todo o mundo com o objetivo de aumentar a quota de energia solar no nosso abastecimento de energia.
Intersolar South America é a maior exposição e conferência para a indústria solar na América do Sul, e será realizada no Expo Center Norte, em São Paulo, Brasil.
A exposição e a conferência se concentram nas áreas de energia fotovoltaica, as tecnologias de produção PV, sistemas de armazenamento de energia e tecnologias solares térmicas. Desde que foi fundada, Intersolar tornou-se a plataforma da indústria mais importante para os fabricantes, fornecedores, distribuidores, prestadores de serviços e parceiros na indústria solar global.
Em 2015, 115 expositores e mais de 9.000 visitantes profissionais participaram da Intersolar South America. Foram 91 oradores e mais de 817 participantes, que discutiram temas atuais do setor e as condições tecnológicas, de mercado e desenvolvimentos políticos.
Com 25 anos de experiência, Intersolar tem a capacidade única de reunir membros da indústria de energia solar dos mercados mais influentes do mundo. As exposições e conferências Intersolar são realizadas em Munique, San Francisco, Mumbai, São Paulo, e, a partir de 2016, em Dubai. Estes eventos globais são complementados pela Cúpula Intersolar, que acontecem nos países emergentes e mercados em crescimento em todo o mundo.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

Destaque do potencial da geração eólica no Rio Grande do Sul

A promoção do desenvolvimento econômico por meio do crescimento da cadeia produtiva de energia eólica no Rio Grande do Sul foi tema de audiência nesta quinta-feira (2), no Palácio Piratini, entre representantes da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e o governador do Estado, José Ivo Sartori. O encontro integrou o roteiro de apresentação da ABEEólica aos estados para incentivar o setor a partir da instalação de novos parques eólicos.
Para a presidente executiva da associação, Elbia Gannoum, o Rio Grande do Sul está em um momento definido como “virada de chave”: “A chave já está virada e o barco no caminho correto, agora precisamos aproveitar o vento”, disse, destacando o avanço no setor nos últimos meses e o potencial do estado para geração de energia eólica.
"Essa é uma área importante para visualizar o futuro”, afirmou Sartori, salientando que o governo deverá buscar junto ao BNDES recursos para viabilizar mais investimentos para a cadeia produtiva de energia eólica. O secretário de Minas e Energia, Lucas Redecker, ressaltou o incremento do setor no estado e a expansão das linhas de transmissão da Eletrosul para possibilitar a instalação de mais parques eólicos e atrair mais investimentos para a Região Sul do país.
A presidnete da associação falou ainda sobre o próximo leilão de energias renováveis que será realizado em outubro pelo governo federal e convidou o governador a participar de um evento organizado anualmente pela ABEEólica, que reúne investidores em potencial.
Também acompanharam a audiência o gerente-geral da Enerfin, Felipe Ostermayer; o diretor da Enerplan, Roberto Wallau, e o presidente da Wobben, Fernando Real.
Sobre a ABEEólica
Com sede em São Paulo, a ABEEólica concentra cerca de 90 empresas da cadeia produtiva da indústria de energia eólica do Brasil com o objetivo de trabalhar para a inserção, consolidação e sustentabilidade da produção de energia eólica como principal fonte da matriz energética nacional.
Segundo a associação, a fonte eólica gera cerca de 30 mil empregos por ano e atualmente gerencia mais de 200 projetos sociais no país. Serão cerca de 230 mil postos de trabalho até 2020. Com o resultado dos últimos anos, a energia eólica está a na realidade brasileira e busca agora consolidação e sustentabilidade a longo prazo.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

Realizado pelo IBP o Seminário de Gás Natural debate oportunidades na crise em julho

Estão abertas as inscrições para a 17ª edição do Seminário de Gás Natural. Considerado um dos mais relevantes fóruns para debates sobre os temas do setor, o evento será realizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), nos dias 26 e 27 de julho, no Windsor Florida Hotel, no Rio de Janeiro. Os interessados em participar podem se inscrever aqui.
Com o tema “Repensando a Indústria em um Novo Cenário”, a edição de 2016 vai debater as novas perspectivas, desafios e oportunidades do setor em tempos de crise. A agenda prevê a discussão de temas como a oferta e demanda de gás natural no país, desafios e oportunidades da monetização e a atração de investimentos diante do novo cenário. Avaliações sobre o impacto das mudanças do cenário geopolítico mundial no setor com a redução do preço do gás e da restruturação do mercado mundial com aquisições e fusões de empresas também são temas que serão abordados.
Para o gerente de gás natural do IBP, Jorge Delmonte, o Seminário sobre Gás Natural já se consolidou como um dos mais relevantes fóruns para debates sobre os temas prioritários na agenda do setor. “Atualmente o gás tem relevância estratégica no cenário energético mundial, inclusive no Brasil. No entanto, para que ele ocupe em nosso país o mesmo espaço que vem ganhando no mundo, muitos desafios precisam ser superados por esta indústria”, diz.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

Presidente da OAB critica atuação da Anatel