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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Storm preparations cut Gulf of Mexico production

Gulf of Mexico production was down by 312,280 b/d of oil and 360 MMcfd of natural gas at midday Aug. 31 as operators prepared for Tropical Depression No. 9, according to the US Bureau of Safety and Environmental Enforcement.
The cuts represented 20% of oil production and 11% of gas production in the gulf.
Personnel had been removed from 10 production platforms and one drilling rig not dynamically positioned (DP). Five DP rigs had been moved out of the storm’s path.
The gulf has 750 manned platforms, 11 non-DP rigs, and 19 DP units.
A day earlier, the production declines, based on daily operator reports, were 353,000 b/d of oil and 346 MMcfd of gas. Seven DP rigs were reported off location at that time.
By late Aug. 29, according to the US Department of EnergyBP PLC had removed nonessential personnel from its four operated platforms and shut in production from three of them: Thunder Horse, Atlantis, and Na Kika. Production continued from the Mad Dog platform.
Royal Dutch Shel PLC shut in Coulomb field, which produces through Na Kika.
Hess Corp. and BHP Billiton Ltd. had secured their gulf facilities and removed nonessential personnel.
Destin Pipeline removed personnel from its Main Pass 260 platform and shut in all receipt and delivery points at the facility.

Fonte: http://www.ogj.com

Petrobras, Statoil sign upstream MOU for work offshore Brazil

Statoil ASA and Petroleo Brasileiro SA (Petrobras) have signed a memorandum of understanding to serves as a framework for the evaluation of joint participation in future tenders for exploration areas and the increase of upstream collaboration in producing fields in the Santos and Campos basins offshore Brazil.
“The agreement also sets out a potential framework for cooperation on value creating opportunities in the gas value chain,” Statoil said.
The MOU follows an agreement signed in July whereby Statoil acquired Petrobras’s 66% operated interest of the BM-S-8 offshore license in the Santos basin, subject to government approval (OGJ Online, July 29, 2016).
The companies aim to capture value through application of technology and simplification of operational activities, Statoil noted. Petrobras and Statoil currently are partners in 13 blocks in either exploration or production; 10 in Brazil and three abroad.
The agreement has a 2-year horizon.

Fonte: http://www.ogj.com

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Com o programa PRC-Poço a empresa economiza cerca de US$ 2 bilhões

Com o programa PRC-Poço a empresa economiza cerca de US$ 2 bilhões
Divulgação Divulgação
A Petrobras economizou cerca de US$ 2 bilhões na atividade de construção de poços marítimos entre os anos de 2013 e 2015, com a implantação de um programa totalmente dedicado à redução de custos nessa atividade, o PRC-Poço. É uma economia expressiva, considerando que cerca de 30% dos investimentos destinados à implantação dos projetos da área de Exploração e Produção da empresa são voltados para a construção e avaliação de poços. Esse resultado foi divulgado nesta quarta-feira (31/8) pelo gerente geral de Construção de Poços Marítimos para a Bacia de Santos, Renato Pinheiro, durante o workshop “Competitividade dos Projetos Offshore do Brasil”, realizado na sede do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), no Rio de Janeiro.
Um dos principais fatores que contribuíram para a economia alcançada pelo programa é resultado da redução progressiva do tempo de construção dos poços marítimos. Nesse contexto, cada dia economizado traduz-se em milhares de dólares poupados com aluguel de sondas mobilizadas para a perfuração e completação (preparação para colocar os poços em produção), logística e outros serviços. “A gente imaginava inicialmente que cada poço no pré-sal levaria mais de 200 dias para ser construído devido à complexidade do cenário. Em 2010, a duração média era de aproximadamente 310 dias. Com o passar dos anos, acumulamos um conhecimento gigantesco e em 2016 esses poços levam em média 92 dias no tempo total de construção”, afirmou Pinheiro em sua apresentação. Uma redução de cerca de 70% de 2010 a 2016, que se deve, principalmente, à utilização de tecnologias de ponta – como as sondas de última geração que operam de forma automatizada, brocas especiais para rochas carbonáticas e uso de informações em tempo real -, combinadas a um esforço concentrado em gestão de pessoas, projetos, processos, tecnologias e contratos.
Evolução do conhecimento
A economia na construção de poços no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos é resultado, também, da incorporação de melhorias operacionais e da otimização dos projetos. Isso é traduzido na "curva de experiência” da área, que resultou numa redução significativa na média de duração na construção dos poços. “Já temos alguns poços no pré-sal perfurados no tempo recorde de 28 dias e completados em somente 15 dias”, complementou Pinheiro. Exemplos de campos que vêm apresentando esse desempenho são Lula e Sapinhoá, localizados em plataforma salina mais estável e onde a Petrobras já acumulou um conhecimento bastante elevado. Já as áreas de Libra e da Cessão Onerosa, também no pré-sal, apontam para uma duração média maior de construção de poços, devido às características mais instáveis de sua geologia e com menor conhecimento acumulado.
“O PRC-Poço não só acelerou a experiência da perfuração e completação dos poços do pré-sal como também estendeu o conhecimento a outras campanhas de construção, manutenção e abandono de poços da companhia nas Bacias de Campos e Espírito Santo. Trata-se de um programa vivo, em constante evolução, cujo principal legado é a integração multidisciplinar das áreas da Petrobras e fornecedores, envolvendo especialistas em reservatórios, logística, suprimento, contratação e projetos, dentre outros”, afirmou Pinheiro. O programa permitiu, ainda, reduzir o tempo não produtivo das sondas de perfuração (downtime), aumentando sua disponibilidade para as operações.
Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br

Será retomada após dia 12 votação de projeto sobre exclusividade no pré-sal

Será retomada após dia 12 votação de projeto sobre exclusividade no pré-sal
Agência Petrobras Agência Petrobras
O Plenário da Câmara dos Deputados iniciou no final da noite da última terça-feira (30) a discussão do projeto (PL 4567/16, do Senado) que retira da Petrobras a condição de operadora exclusiva da exploração do pré-sal, ou seja, a coordenação do processo produtivo desses campos. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, marcou o encerramento da discussão e a votação para a semana do dia 12 de setembro.
Atualmente, a Petrobras é operadora exclusiva dos campos do pré-sal e participa obrigatoriamente de no mínimo 30% da exploração dos campos. A partir da mudança, a operadora será determinada pela licitação dos campos.
O início da discussão foi marcado por disputas regimentais. Isso porque Rodrigo Maia convocou uma nova sessão extraordinária com o pré-sal como pauta única, inviabilizando a análise de requerimentos para retirar a proposta de pauta.
A oposição protestou contra o esvaziamento do chamado “kit obstrução”. Foi feito um acordo para que não seja esgotada a lista de discussão. Também houve bate-boca entre o líder do PT, deputado Afonso Florence (BA), e o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG).
O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) criticou o fato de a discussão da mudança no pré-sal estar sendo feita para um plenário esvaziado. “Isso é a negação da política, a negação do Parlamento”.
Discussão
O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) criticou o projeto que, segundo ele, vai ter impacto na indústria brasileira. “É um gesto antipatriótico retirar a Petrobras da condição de operadora única do pré-sal, porque perderia tecnologia que acumulou, que produziu e deixa de controlar a gestão tecnológica”, afirmou.
Na avaliação do deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), no entanto, a opção pelo regime de partilha na exploração do pré-sal resultou na paralisação dos leilões pela crise de endividamento da Petrobras. “O megalomaníaco projeto de investimentos e a política tarifária levaram ao maior endividamento. A Petrobras não tem caixa, está endividada, o preço do barril não compensa os custos. Então, não adianta o petróleo embaixo da terra: ele não gera riqueza”, afirmou.
Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br

Brasil vira mercado estratégico para investimentos da Noruega

STAVANGER – O pré-sal alçou o Brasil à lista das maiores reservas de petróleo do mundo em 2006, atraindo olhares de todas as partes, mas agora, 10 anos depois, o processo de aporte de recursos internacionais começou a se intensificar, na esteira das dificuldades de caixa da Petrorás.
Após a compra de Carcará pela Statoil, realizada no fim de julho, e a assinatura de um novo acordo entre os presidentes da empresa norueguesa, Eldar Saetre, e da estatal brasileira, Pedro Parente, nesta semana, durante a Offshore Northern Seas (ONS), os interesses da Noruega parecem estar cada vez mais solidificados em torno do Brasil, que passou ao papel de mercado estratégico para a estatal nórdica.
Durante sua participação na feira, Saetre, que recebeu Parente em seu escritório para o fortalecimento das parcerias e dividiu com presidente da Petrobrás – junto a outros CEOs de operadoras globais – o painel de abertura do evento, afirmou que novos investimentos poderão ser feitos em território brasileiro caso a empresa não tenha acesso a duas novas áreas da Noruega.
O executivo alega que, após o começo dos grandes projetos do campo Johan Sverdrup, no Mar do Norte, em 2019; e do campo Johan Casteberg, no Mar de Barents, a companhia terá que ter novos empreendimentos para garantir que suas reservas não sofram queda, e o Brasil desponta como um dos destaques potenciais para os novos investimentos.
Os comentários do CEO foram feitos em momento oportuno, já que a primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, anunciou a 24ª rodada de licitações do país, que não vai incluir blocos nas regiões de Lofoten e Vesteraalen – as duas mais interessantes para a Statoil, segundo Saetre.
Hoje, a Statoil já é parceira da Petrobrás em consórcios presentes em 13 blocos, em fase de exploração ou de produção, sendo que 10 dessas áreas ficam no Brasil. Com a compra de Carcará, que faz parte dessa carteira de ativos, a presença da empresa norueguesa deu um salto no mercado brasileiro, já que as estimativas do prospecto indicam uma das maiores descobertas de petróleo da história nacional.
A Statoil lida com a aquisição de modo conservador, avaliando o potencial das reservas do bloco BM-S-8 em cerca de 700 milhões a 1,3 bilhão de barris de óleo recuperáveis, mas aFederação Brasileira de Geólogos (Fegrageo), que atualmente está tentando reverter o negócio na justiça, estima que possa haver 6 bilhões de barris recuperáveis de óleo e gás equivalente no bloco.
Para se ter ideia, a coluna de petróleo encontrada na área é avaliada em 530 metros, segundo o próprio consórcio operador, sendo que as primeiras perspectivas, que indicavam uma coluna de aproximadamente 400 metros, já eram vistas como uma grande descoberta, como chegou a falar em 2012 o então diretor de exploração e produção da Petrobrás, José Miranda Formigli, quando instado a comparar a área com Marlim, um dos maiores campos de petróleo do Brasil.
“Marlim tem 100 a 120 metros, mas precisamos lembrar que uma coluna de petróleo tem três dimensões. E especificamente no caso de Marlim temos um ‘espraiamento’ (alongamento do campo) sensacional. Por isso Marlim é o que é. Mas sem dúvida que Carcará é algo muito grande”, afirmou Formigli em agosto daquele ano.
No início deste mês, o vice-presidente de Relações Institucionais da Statoil no Brasil, Fernando de Carvalho, já havia falado sobre o interesse crescente da empresa no Brasil e esse deverá ser o tom das apostas da companhia daqui para frente.
“A Statoil pretende ampliar seus investimentos no Brasil nos próximos anos. A aquisição do bloco BM-S-8 foi um grande passo que demos nessa direção, ampliando nosso portfólio que hoje já tem projetos nas Bacias de Campos e do Espírito Santo. Sem dúvida, o Brasil é uma das áreas consideradas prioritárias, onde a Statoil pretende reforçar a sua presença (...) e onde temos nossa maior operação fora da Noruega (Campo de Peregrino)”, afirmou em entrevista ao Petronotícias no último dia 10.
Atualmente, a Statoil está entre as maiores produtoras de petróleo do Brasil, sendo a segunda maior operadora do país – responsável por cerca de 77 mil barris extraídos por dia em junho, segundo o boletim da ANP mais recente – e a quinta em termos de detenção da produção – ela ficou com 46 mil barris por dia da produção nas áreas em que tem participação no mesmo mês –, e deverá ter um salto nesses resultados a partir dos próximos anos.
Se a BG Brasil, recentemente adquirida pela Shell, já tinha o Brasil como sua maior aposta fora de seu país de origem, tudo indica que a Statoil está em vias de seguir o mesmo rumo, o que pode abrir caminhos para fornecedores brasileiros e dar novos traços ao mercado de contratações no País, hoje praticamente dominado pela Petrobrás.
Fonte: http://geofisicabrasil.com

Curso de Aperfeiçoamento: "Equipamentos Geofísicos"

seafloor training course brazil
Será realizado de 21 de novembro a 2 de dezembro de 2016, no Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, o curso de aperfeiçoamento: "Equipamentos Geofísicos" (Seafloor Exploration Training Course).
A informação é do Prof. Dr. Luigi Jovane, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo
O curso será oferecido de acordo com a Proposta das Atividades de Formação Profissional, Educação Continuada e Curso de Difusão - Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo.
O prazo para inscrição está terminando. 
Mais detalhes sobre o curso pelos telefones 11-3091-6609 e fax 11-3091-6610
O Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo fica na Praça do Oceanográfico, 191 - São Paulo, SP.
Fonte: http://geofisicabrasil.com

INPI concede a patente de software do Observatório Nacional

on software ferramenta astronomia
No dia 19 de abril de 2016 o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior registrou o software "Astro - Um conjunto de ferramentas de Astronomia".
Criado e desenvolvido pela Divisão de Atividades Educacionais do Observatório Nacional com ferramentas modernas para tornar sua funcionalidade amigável e intuitiva a partir de um website, o Astro conta com aplicativos disponíveis para os diversos dispositivos móveis que operam com o sistema Android ou iOS.
Além de realizar todas as transformações entre os Sistemas de Coordenadas, comumente usados em Astronomia, o software apresenta as clássicas determinações, para qualquer ponto da Terra, do instante exato do Nascer, Passagem Meridiana e Ocaso do Sol e da Lua, suas fases, previsão de eclipses solar e lunar, entre outras.
O software também ganha características de serviço de utilidade pública, fornecendo a previsão das marés oceânicas, em cooperação com a Marinha do Brasil, importante para o conhecimento da variação do movimento e do nível das águas dos principais portos do Brasil, na orientação ao atracamento de grandes embarcações, de barcos pesqueiros, além das questões de segurança nacional.
Para que não houvesse descontinuidade no serviço, o Astro passou a gerar as Cartas Magnéticas para todo o Brasil e mapas sobre o Magnetismo Terrestre para qualquer ponto do nosso planeta. São informações relevantes sobre o interior da Terra; da dinâmica interna que gera o campo magnético que nos envolve; sobre os diferentes níveis de interação entre a Terra e o Sol. Esse conhecimento ganha grande importância econômica, uma vez que pode ser empregado em processos estratégicos de prospecção mineral, posicionamento de antenas de transmissão de sinal de TV, telefonia, interesses militares na orientação aérea, terrestre e marítima, entre outros.
Para facilitar a sua compreensão, oferece uma visualização em 3D dinâmico e textos explicativos com uma linguagem simples, objetiva e com foco nos valores educacionais, tornando-o acessível a todos os níveis da sociedade, de forma independente e a todo instante.
O software está disponível neste endereço
ON/Divisão de Atividades Educacionais - DAED

Fonte: http://geofisicabrasil.com