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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

40º Leilão de Biodiesel da ANP negocia 667,8 milhões de litros

40º Leilão de Biodiesel da ANP negocia 667,8 milhões de litros
Agência Petrobras Agência Petrobras

No 40º Leilão de Biodiesel da ANP foram arrematados 667,8 milhões de litros de biodiesel, sendo 98,6% deste volume oriundo de produtores detentores do selo Combustível Social. O preço médio foi de R$ 2,194/L, sem considerar a margem Petrobras, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 1,47 bilhão, refletindo num deságio médio de 4,7% quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,302/L).

A apresentação das ofertas de biodiesel ocorreu em um único dia (09/12), com 40 produtores disponibilizando um volume total de 764,5 milhões de litros, sendo 98,25% de produtores detentores do selo Combustível Social.

No primeiro dia de seleção das ofertas (11/12), foram arrematados 578,1 milhões de litros de biodiesel exclusivamente de produtores detentores de selo Combustível Social, em torno de 75,6% do total ofertado para todo o leilão.

No segundo dia de seleção das ofertas (12/12), foram arrematados 89,7 milhões de litros de biodiesel de produtores detentores ou não de selo Combustível Social, em torno de 11,7% do total ofertado no leilão.

Os Leilões de Biodiesel destinam-se a atender o disposto na Lei nº 13.033, publicada no DOU em 24/09/14, que estabelece em 7% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B7), a partir de 01/11/14.

O 40º Leilão (L40) visa garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional durante o período de janeiro a fevereiro de 2015, conforme diretrizes da Portaria nº 476, de 15/08/12, do Ministério de Minas e Energia, e critérios estabelecidos no Edital de Leilão Público nº 056/14-ANP.

Os volumes comercializados somente serão validados após homologação pela diretoria da ANP.
Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br

Coalizão internacional medirá redução de emissões provenientes de energias renováveis

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Bilhões de dólares poderão ser economizados e bilhões de toneladas de CO2 deixarão de ser emitidas anualmente com o uso de alternativas energéticas mais eficientes e renováveis. Este é o principal objetivo da 1 Gigaton Coalition, lançada na quarta-feira, 10/12, em evento na COP20, em Lima, no Peru.
A iniciativa, promovida pelo governo da Noruega e que será coordenada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), quer promover o uso de energias mais limpas em todo mundo. Participam da coalizão governos, empresas do setor privado e organizações do terceiro setor.
Atualmente, muitos países já desenvolvem uma série de projetos bem sucedidos com energias renováveis, mas eles não são disseminados nem seus impactos mensurados e divulgados. Se a redução na emissão de dióxido de carbono proveniente do uso de fontes alternativas de energia começar a ser medida, a 1 Gigaton Coalition acredita que será computada uma redução de cerca de uma gigatonelada de emissão de gases de efeito estufa por ano até 2020. Isso seria a prova para encorajar mais e mais governos a adotar tecnologias com energias renováveis.
“Enquanto crescem em uso e relevância, a eficiência energética e as energias renováveis ainda são, em muitos aspectos, uma mina de ouro inexplorada que pode reduzir significativamente as ameaças das mudanças climáticas, economizar custos e permitir que fontes mais limpas e modernas sejam usadas no planeta”, afirmou Achim Steiner, diretor executivo do Pnuma.
Segundo cálculos da Agência Internacional de Energia, caso fontes renováveis fossem usadas prioritariamente em todo o globo, haverá uma economia mundial de US$18 trilhões até 2035. Já a redução na emissão de CO2 chegaria a 2.5 e 6.8 gigatoneladas até 2030. “A coalizão nos encoraja a redobrar nossos esforços para promover as energias renováveis e eficiência energética nos países em desenvolvimento e conseguir atingir a meta de manter a elevação da temperatura global em apenas 2oC”, disse Tine Sundtoft, ministro do Clima e do Meio Ambiente da Noruega.
Novas tecnologias podem contribuir também com a geração de empregos. Estima-se que entre 2004 e 2014 dobrou o número de pessoas trabalhando no setor de renováveis – de 3 milhões de empregados para 6,5 milhões.
O Pnuma será responsável pela coleta de dados, elaboração de um relatório anual e, juntamente com parceiros, desenvolvimento de metodologia para o 1 Gigaton Coalition, em acordo com a Convenção das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (UNFCCC, sigla em inglês).
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br

Astrofísica de partículas ganha infraestrutura

A comunidade de pesquisa em Astrofísica de Partículas na América do Sul espera receber nos próximos anos importantes reforços de infraestrutura para a realização de experimentos nessa área interdisciplinar, voltada a estudar raios cósmicos de ultra-alta energia – as partículas subatômicas mais energéticas conhecidas na atualidade, de origem ainda incerta.
O maior observatório de raios cósmicos do mundo, o Observatório Pierre Auger – instalado na província de Mendoza, na Argentina, e com participação do Brasil financiada pela FAPESP e por outras agências de fomento –, deve passar por um programa de atualização até 2018.
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Além de se beneficiar com a atualização do Observatório Pierre Auger, países da região são candidatos a sediar o maior observatório de radiação gama do mundo (foto: Steven Saffi)

Já em 2015 também será feita a escolha do país-sede, no hemisfério Sul, do Cherenkov Telescope Array (CTA) – que deverá ser o maior observatório do mundo dedicado ao estudo de corpos celestes que emitem radiação gama, de mais alta energia.
Além disso, está sendo discutida a construção do Agua Negra Deep-Underground Experiments Site (Andes) – o primeiro laboratório subterrâneo da América Latina, projetado para ser construído anexo a um túnel previsto para ser escavado na fronteira andina entre Argentina e Chile, para realização de experimentos em diversas áreas, incluindo a Astrofísica de Partículas.
"A comunidade de Astrofísica de Partículas na América do Sul está passando atualmente por uma fase muito importante e excitante em razão da expectativa de concretização desses projetos", disse Luiz Vitor de Souza Filho, professor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da Universidade de São Paulo (USP), à Agência FAPESP.
A fim de discutir as perspectivas desses projetos de infraestrutura para a área na América do Sul, Souza Filho e um grupo de cem pesquisadores de diversos países reuniram-se em novembro no Instituto de Física da USP, durante o 3rd Astroparticle Physics Workshop: The future in South America.
"O objetivo do evento foi reunir a comunidade internacional de pesquisadores em Astrofísica de Partículas para começarmos a planejar o futuro dos experimentos na área de uma forma mais organizada", disse Souza Filho, que foi um dos organizadores do encontro.
"O momento é propício para tentarmos criar um plano de investimentos e de pesquisa, levando em conta questões científicas importantes que podemos responder com a construção desses projetos", afirmou.
Plano de atualização
Entre essas questões, segundo o professor, estão a origem dos raios cósmicos de ultra-alta energia e o tipo de partículas subatômicas que chegam à Terra com energias macroscópicas da ordem de 10 elevado a 18 (um bilhão de bilhões) elétron-volts (eV).
O Observatório Pierre Auger permitiu observar nos últimos 10 anos dezenas de raios cósmicos acima de 10 elevado a 20 eV e foi muito bem-sucedido nesse propósito, avaliaram os pesquisadores presentes no encontro.
Os resultados obtidos pela colaboração Auger, porém, ainda não permitem identificar totalmente as fontes desses raios cósmicos de energia ultra-alta.
"Medimos várias propriedades dos raios cósmicos, mas ainda não conseguimos localizar a fonte ou fontes deles. E não sabemos exatamente se as partículas que chegam à Terra são puramente prótons ou núcleos atômicos mais pesados, ou ainda uma mistura deles", afirmou.
De acordo com pesquisadores da área, um dos desafios para identificar a fonte e a composição dessas partículas vindas do espaço é que elas são medidas de forma indireta.
Quando uma partícula cósmica ultraenergética atinge a atmosfera terrestre, ela colide com um núcleo do ar, produzindo novas partículas que, por sua vez, também colidem e interagem, em um efeito multiplicativo em cascata, formando um chuveiro atmosférico extenso, constituído de um bilhão de partículas ou mais.
O Observatório Auger estuda os raios cósmicos ultraenergéticos que chegam até a Terra medindo esses chuveiros atmosféricos extensos produzidos por eles na atmosfera.
A expectativa é que o programa de atualização pelo qual o Observatório Auger deve passar permita responder a essas questões ao melhorar consideravelmente a resolução dos detectores de partículas do observatório.
"A atualização permitirá a medição de diferentes tipos de partículas e com maior precisão", estimou Souza Filho.
Atualmente, várias propostas de atualização do Observatório Auger estão sendo avaliadas internamente por um comitê de físicos. Todas elas têm como foco melhorar a resolução da composição dos raios cósmicos.
Cada uma das várias propostas envolve uma técnica diferente para a identificação de múons – partículas subatômicas ultraenergéticas presentes nos chuveiros atmosféricos – e requer combinações diferentes de novos produtos eletrônicos, novos detectores e modificações internas nos 1,6 mil detectores do observatório.
Espalhados por uma área de 3 mil km2, em uma região plana ao lado dos Andes, os detectores são tanques de polietileno, preenchidos com 12 mil litros de água purificada e instrumentalizados com sensores fotomultiplicadores.
Quando as partículas de um chuveiro atmosférico atravessam a água no interior do tanque é emitida luz que pode ser medida nos sensores.
Antenas acopladas ao tanque transmitem os dados via rádio para a sede do observatório em Malargüe, na Argentina, de onde são enviados para análise de cerca de 450 pesquisadores em outros pontos do mundo.
As propostas de atualização do observatório preveem a adição de novos detectores de múons nos chuveiros identificados. Para isso, seriam necessárias mudanças em todos os detectores existentes, a um custo estimado de US$ 15 milhões.
Para avaliar se realmente funcionam, estão sendo testados protótipos dos sistemas de detecção de múons propostos.
"No início de 2015, uma das propostas deverá ser escolhida. Esperamos que seja possível instalar em breve os novos detectores e operá-los até, no mínimo, 2023", disse à Agência FAPESPCarola Dobrigkeit Chinellato, professora do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e que preside a Comissão de Publicações do Pierre Auger.
A professora também participou, como representante da FAPESP, de um encontro da Comissão de Finanças do Observatório Auger, que reuniu as agências de fomento dos 18 países membros da Colaboração para a prestação de contas anual. A reunião ocorreu no dia 15 de novembro na sede da FAPESP, em São Paulo.
CTA
No início de 2015 também será escolhido o país-sede no hemisfério Sul do CTA – consórcio internacional formado por 28 países, entre eles o Brasil – que pretende construir, até 2020, o maior observatório astronômico do mundo dedicado ao estudo de objetos astrofísicos que emitem raios gama.
O observatório contará com cerca de 100 telescópios que serão instalados em dois lugares distintos, um no hemisfério Sul e outro no Norte.
No hemisfério Sul, os países candidatos a sediar o observatório são o Chile e a Argentina, na América Latina, e a Namíbia, na África, disse Souza Filho, um dos pesquisadores brasileiros participantes do projeto (leia mais emhttp://agencia.fapesp.br/maior_observatorio_de_astronomia_gama_tera_participacao_brasileira/16674/).
Segundo ele, a ideia inicial é construir um conjunto de sete telescópios – que formarão um arranjo embrionário do observatório, denominado CTA Mini-Array – em torno do qual o restante do observatório será posteriormente construído.
Dos sete primeiros telescópios três serão construídos pelo Brasil no âmbito de um Projeto Temático apoiado pela FAPESP.
O primeiro deles entrou em fase de testes em Catania, na Itália, no fim de setembro (leia mais emhttp://revistapesquisa.fapesp.br/2014/10/07/prototipo-de-telescopio-para-observacao-de-raios-gama-sera-testado-na-italia/).
"A meta é testar inicialmente esse pequeno conjunto de telescópios, obter os primeiros dados científicos e, a partir disso, avançar até atingir uma centena de telescópios", disse Souza Filho.
Durante o workshop na USP, Werner Hofmann, porta-voz do projeto e pesquisador do Max-Plack-Institut für Kernphysik, na Alemanha, disse que dificilmente o CTA deixará de vir para a América do Sul.
Projeto Andes
Outra iniciativa de pesquisa em Astrofísica de Partículas na América do Sul em discussão é a construção do laboratório subterrâneo profundo Andes.
A ideia da comunidade de pesquisa é fazê-lo anexo a um túnel de 14 quilômetros de extensão que Argentina e Chile pretendem escavar sob a Cordilheira dos Andes, para facilitar o acesso dos países da América do Sul ao Oceano Pacífico e, dessa forma, exportar mais facilmente para a Ásia.
O projeto do laboratório subterrâneo prevê a instalação de diversos equipamentos para estudos em diferentes áreas, como de um grande detector capaz de identificar neutrinos de baixa energia e geoneutrinos – neutrinos produzidos pela decomposição de produtos radioativos na Terra, como potássio, urânio e tório, que se estima tenham grande relevância no balanço de calor da Terra.
O túnel seria o lugar propício para a medição dessas partículas, avaliam os pesquisadores da área.
"O Andes possibilitaria a realização de experimentos, em diferentes áreas, que necessitam de baixo nível de radiação, como medições de matéria escura e de neutrino", explicou Souza Filho.
Até o momento, apenas Argentina, Brasil, México e Chile têm se empenhado no projeto, que busca adesão de outros países.
Fonte: http://geofisicabrasil.com

ANP ofertará mais de 200 blocos em novo leilão

O governo pretende colocar em oferta, na 13ª rodada de licitações de blocos de petróleo e gás, entre 200 e 300 novas áreas de exploração. A meta é realizar o certame ainda no primeiro semestre de 2015, independentemente das investigações no âmbito da Operação Lava-Jato, já que multinacionais do setor levaram a autoridades brasileiras o pedido de agilidade no leilão.
O número final de blocos na 13ª rodada depende da palavra da presidente Dilma Rousseff. A perspectiva é que seja dado aval a cerca de metade das 590 áreas que foram propostas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Nas demais áreas, restrições ambientais devem impedir a entrada na licitação.
Leilão de até 300 áreas na 13° Rodada

Na terça-feira, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou a nova rodada, mas não entrou em detalhes sobre os blocos ofertados. Uma nota divulgada após a reunião diz apenas que a licitação tem como objetivo garantir "atividades exploratórias em bacias maduras" e "atrair investimentos para a descoberta de jazidas em bacias de novas fronteiras".
De acordo com um alto funcionário do governo com conhecimento do assunto, a Bacia Sergipe-Alagoas tem algumas das áreas mais nobres na 13ª rodada. São blocos "extremamente atrativos" nas proximidades de onde a Petrobras anunciou, no fim do ano passado, a descoberta de óleo leve em águas profundas.
Outra área que tem presença quase certa no leilão é a fronteira sul da Bacia de Pelotas (RS), onde a Petrobras já tem atuação tímida, perfurando poços em parceria com empresas privadas. O governo vê bom potencial nesses blocos, em alto mar, e cita a experiência bem-sucedida do Uruguai, que já fez leilões em áreas "offshore" e conseguiu trazer multinacionais petrolíferas, para ilustrar a atratividade dos blocos.
No país vizinho, onde a exploração ocorre por contratos de prestação de serviço com as empresas estrangeiras, multinacionais como BP, Total, Shell, Exxon Mobil, YPF, Galp e a própria Petrobras adquiriram participações. Ainda não foram anunciadas descobertas relevantes, mas o governo brasileiro acredita que isso é questão de tempo e pretende não deixar regiões vizinhas de exploração fora dessa "onda".
Áreas mais maduras no Rio Grande do Norte e na Bahia, que já tiveram atividades de exploração no passado e podem interessar petroleiras menores, também vão entrar na 13ª rodada. Outros blocos com potencial em gás estão em análise e tendem a ser ofertados na Bacia do Parnaíba.
Segundo a fonte ouvida pelo Valor, as investigações da Lava-Jato não vão afetar o cronograma da rodada, apesar das pressões do mercado sobre a Petrobras. "O fato é que todas as empresas de petróleo que têm nos procurado manifestam interesse em que a licitação saia em 2015", afirmou.
O foco da rodada não é na arrecadação com bônus de assinatura, conforme frisou essa fonte, mas obviamente receitas adicionais são bem-vindas e podem fazer diferença na obtenção de receitas adicionais. Ele preferiu, no entanto, ainda não falar em valores mínimos, porque isso depende muito do número final de blocos ofertados.
Todas as áreas serão licitadas pelo regime tradicional de concessão, com cobrança de bônus, e não no modelo de partilha. A 13ª rodada não incluirá nenhuma área no pré-sal, onde vale o regime de partilha.
Fonte: http://geofisicabrasil.com

Estaleiro chinês construirá primeiro navio de mineração oceânica

Um estaleiro chinês assinou contrato com uma empresa de Cingapura para construir o primeiro navio de mineração no mar profundo, que deve ser entregue em 2017.
Wu Pingshan da Fujian Mawei Shipbuilding Co. Ltd., na Província de Fujian, leste da China, confirmou na quinta-feira que o contrato foi assinado com uma empresa de Cingapura, mas recusou revelar o nome do contratante.
Wu disse que o navio terá comprimento de 227 metros e largura de 40 metros, com quartos para 180 pessoas e uma capacidade máxima de carga de 45 mil toneladas.
O navio, com eletricidade de 30 megawatts, poderá servir como uma plataforma de mineração a até 2.500 metros de profundidade no fundo do mar e terá um heliporto.
Estabelecida em 1866, o predecessor da Mawei Shipbuilding foi Foochow Arsenal, a mais antiga companhia de construção de navios usando máquinas na China. A companhia agora é uma sociedade anônima que desenvolve, constroi e repara navios.
Fonte: http://geofisicabrasil.com

US needs more data before ending crude export ban, House panel told

Much more environmental impact information is needed before the US can reasonably remove crude oil export limits, a witness told a House Energy and Commerce Committee subcommittee during a Dec. 11 hearing examining energy policies enacted nearly 40 years ago.
“We just don’t know enough about these light, tight oils that are coming out of North America,” said Deborah Gordon, who directs the Carnegie Endowment for International Peace’s Energy and Climate Program. “Our refineries are set to handle heavier crudes. We’re setting ourselves up to be a refiner of heavier in greenhouse gases oils while exporting lighter grades.”
More information is readily available about Organization of Petroleum Exporting Countries members’ crudes than about what’s being produced domestically from the Bakken and Eagle Ford tight shale formations, she told the Energy and Power Subcommittee.
“The bottom line is that oils are changing,” Gordon said. “A more complex set of hydrocarbons is replacing crude oil. We know precious little about these new resources. The nation needs better information about the composition of these new oils.”
She said one reason there’s relatively less information about new North American light crudes is “they’re the new kid on the block.” She said, “In order to get information on oil, you do an assay, but everyone does this differently. Having consistent information is a problem.”
Another problem is that the White House Office of Management and Budget considers collection of additional data by the US Department of Energy—something the 1975 Energy and Policy Conservation Act’s sponsors would have encouraged—unnecessary because it would duplicate what producers already submit, Gordon said. “We have data on Gulf of Mexico crude, but nothing on these new tight oils,” she noted.
Comparing GHG impacts
Gordon said the Carnegie Endowment is developing an index with Stanford University and the University of Calgary that will compare global crudes’ GHG impacts from extraction through transportation and refining to combustion.
“Our preliminary findings (based on 28 sample oils) are that oils’ GHG footprints vary by at least 80%,” Gordon said in her written testimony. “In other words, replacing high-GHG oils with lower ones could almost cut climate impacts in half for every barrel consumed.”
Committee member Lois Capps (D-Calif.) observed, “The oil export market is complex. We need detailed, accurate information to properly assess increasing exports. I find it stunning that we have more data about OPEC than new American crude oils. If the industry is asking us to authorize more exports, it should be willing to provide data we need.”
A second witness, US Energy Information Administration Administrator Adam Sieminski, said DOE’s independent statistical and forecasting agency is examining US refineries’ capacities to absorb growing domestic light crude production, and expects to issue a report early in 2015.
“Independent refiners are very concerned about how they’d come out if we lifted the export ban,” he said in response to a question from subcommittee member Gene Green (D-Tex.). “If you look back over the last decade, billions of dollars were spent by Gulf Coast refiners to process heavier oil. Now, we have a surplus of light grades. There are upgrading projects under way at several refineries, including some in your district.”
Sieminski also suggested that developing consistent data could be difficult because different parts of the federal government often have their own approaches. The US Department of Commerce sometimes is more inclined to consider information proprietary than EIA, he said. “At EIA, we’ve been trying to understand the different definitions,” he told Green. “I suspect a one-size-fits-all definition wouldn’t work very well.”
Situation has changed
The world oil situation is much different from what it was in 1975, Sieminski said. “Total net petroleum imports were rapidly rising in the 1970s, reflecting both rapid growth in consumption and declining domestic production,” he testified. “US net petroleum imports nearly doubled from 3.2 million b/d in 1970 to 6 million b/d before reaching 8.6 million b/d in 1978. Net imports as a share of total US oil supply grew from 22% in 1970 to 47% in 1978.”
Overseas production that was more heavily concentrated in fewer countries than now made it possible for Arab producers to launch an embargo against the US in 1973 as a protest against this country’s support for Israel in the Arab-Israeli War, Sieminski said. The November 1973 Emergency Petroleum Allocation Act established a two-tiered pricing system for domestic crude but left imports unregulated, discouraging investments to maintain US production, he said.
He said EPCA established the US Strategic Petroleum Reserve and the first Corporate Average Fuel Efficiency standards in 1975 along with crude oil export limits. Restrictions were modified over time to allow exports under certain conditions, but US production declined until 2008 when hydraulic fracturing and horizontal drilling made production from tight shales possible and reversed the trend.
“Petroleum market conditions today are much different than they were in the 1970s when the ban on crude oil exports was enacted,” Sieminski said. “Oil production is far less concentrated, with OPEC’s share declining from 53% in 1973 to about 35% today. New entrants such as Brazil and former Soviet Union countries now have significant crude production. US production may soon hit an all-time high, surpassing the previous record of 9.6 million b/d set in 1970.”
Other witnesses and committee members said the US should be prepared to take better advantage of these generally improved conditions. “I think if we unleash markets, glorious things will happen,” said Mike Pompeo (R-Kan.) “But we’ve imposed regulations on our refiners from the Jones Act to the Renewable Fuels Standard which have driven their costs higher.”
‘An enormous benefit’
A third witness, Lucian Pugliaresi, president of Energy Policy Research Foundation Inc., observed, “A good way to counter concentration of reserves in unstable parts of the world is to increase production elsewhere, which is what has happened in North America. This price decrease is an enormous benefit to the world’s economy, and it’s being delivered through these North American production gains.”
Market power waxes and wanes, Pugliaresi told Pompeo. “If you have enough high-volume production outside cartels, they have less influence,” he said. “It’s a huge benefit. We need to pay more attention to how it performs and make sure we have a regulatory environment that encourages it.”
The recent global oil price decline could slow domestic tight oil production growth down, but only temporarily, he suggested. “Right now, there’s a race going on between low oil prices and advances in technology,” Pugliaresi said. “Across the US, 40% of the frac jobs are uneconomic. Technologies that are being developed could make what is a high-cost basin now more economic later. If we try to prescribe the future, we’ll be making a mistake.”
The fourth witness, Charles K. Ebinger, Energy Security Initiative Director at the Brookings Institution, said the latest precipitate crude price decline could become an engine for more global economic growth. “That happened in Brazil and India,” he told the subcommittee. “Low oil prices for countries which are huge oil importers and have fast-growing populations could be a boon. If we put more oil into the international crude market, prices should come down and refiners buying that oil around the world will pass this through if they expect to stay competitive.”
Asked what impacts would be on US consumers if low crude prices persist, Sieminski said the average family’s $800/year gasoline expenditure could fall by $30, effectively adding 1% to the gross domestic product. “If we stay at these levels, gasoline prices could be down as much as 77¢/gal,” he said. In general, I think energy policy should consider what it means for the economy, environment and security issues. I think the SPR is our key tool in security.”
Gordon said, “Global production is growing all over. So is refining. Saudi Arabia added more capacity last year than any other country. China added a significant amount. The whole market is shifting. I don’t think you can draw a circle around North America in this instance.”
Fonte: http://www.ogj.com

O que é obsolescência programada?

Trata-se de uma estratégia de empresas que programam o tempo de vida útil de seus produtos para que durem menos do que a tecnologia permite. Assim, eles se tornam ultrapassados em pouco tempo, motivando o consumidor a comprar um novo modelo.



Os casos mais comuns de obsolescência programada ocorrem com eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis. É algo relativamente novo: até a década de 20, as empresas desenhavam seus produtos para que durassem o máximo possível. A crise econômica de 1929 e a explosão do consumo em massa nos anos 50 mudaram a mentalidade e consagraram essa tática. É uma estratégia "secreta" dos fabricantes para estimular o consumo desenfreado.

Esta reportagem foi produzida a partir da pergunta de Pedro Carvalho Couto Amorim, de Montes Claros/MG, leitor da revista Mundo Estranho.

VIDA BREVE
Atualmente, a principal justificativa das empresas para criar novos modelos de um produto é o avanço da tecnologia. Mas há quem duvide dessa explicação. O iPad 4 foi lançado apenas sete meses após o 3, por exemplo. Será que houve mesmo tantos progressos em tão pouco tempo? Uma ONG brasileira ligada aos direitos do consumidor chegou a processar a Apple. 

IMPACTO AMBIENTAL
A troca regular de produtos aumenta a produção de lixo. E o lixo eletrônico contém metais pesados que podem contaminar o ambiente. Além disso, a obsolescência programada estimula a produção, o que gera mais gastos de energia e de matérias-primas, além da emissão de poluentes. Antes de trocar seu celular, pense bem: você realmente precisa de outro, só porque é novo?

NA PISTA PRA NEGÓCIO
Hoje, há duas versões do fenômeno. Uma delas é a obsolescência percebida: o consumidor considera o produto que tem em casa "velho" porque novos modelos são lançados a toda hora. Você notou que, mesmo no início de 2013, já era possível comprar um carro versão 2014? Isso desvaloriza modelos anteriores e estimula a troca, mesmo que o veículo de 2013 ainda funcione bem.

UMA IDEIA "BRILHANTE"
O primeiro caso de obsolescência programada registrado é da década de 1920, quando fabricantes de lâmpadas da Europa e dos EUA decidiram, em comum acordo, diminuir a durabilidade de seus produtos de 2,5 mil horas de uso para apenas mil. Assim, as pessoas seriam forçadas a comprar o triplo de quantidade de lâmpadas para suprir a mesma necessidade de luz.

CONTAGEM REGRESSIVA
Outro tipo atual de obsolescência, a funcional, ocorre quando o produto tem sua vida útil abreviada de propósito. O documentário The Light Bulb Conspiracy traz o exemplo de um consumidor dos EUA cuja impressora parou de funcionar - e consertá-la sairia mais caro que comprar uma nova. Ele descobriu que o fabricante incluía um chip que causava a pane após certo número de impressões.

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO? 
Para alguns, a obsolescência programada não existe. Alguns especialistas refutam a existência dessa prática. Para eles, os bens de consumo se tornam ultrapassados rapidamente pelo avanço da tecnologia - que dá saltos cada vez maiores. "Foi o caso dos primeiros computadores fabricados em grande escala. Os modelos 1.86 nem chegaram a existir, pois já estava em produção o modelo 2.86", afirma o doutor em marketing Marcos Cortez Campomar, da USP. 


Documentário: Obsolescência Programada


Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br