Setor de comércio foi o que mais teve impactos.
Assista o vídeo.
Fonte: http://globotv.globo.com
segunda-feira, 16 de março de 2015
Macaé, RJ, traça metas de combate à crise internacional do petróleo
Em meio à desaceleração da economia no Brasil e no mundo, como reflexo da crise internacional que atinge especialmente os municípios produtores do petróleo, por causa da desvalorização do produto, desde o início deste ano, a cidade de Macaé, no interior do Rio, está anunciando metas para defender os empregos e a economia local. Segundo o governo municipal, os esforços intersetoriais estão focados na qualificação profissional dos moradores e na aceleração de projetos para a instalação de novas empresas.
"Muitas pessoas se retraem em fases como a que vivemos. Mas, ao contrário, é tempo de investir na carreira, buscar conhecer as necessidades do mercado, que sempre se renovam, e se qualificar. Quando novas portas se abrirem, é preciso estar preparado para elas. Macaé já é referência nessa área. Desde 2013, a prefeitura formou quase cinco mil trabalhadores em mais de 50 cursos com carga horária obrigatória. Os da área offshore alcançam quase 90% de empregabilidade", ressalta o secretário de Trabalho e Renda, Alexandre Fernandes.
Os dados mostram que o ritmo de trabalho no setor de ‘Encaminhamento para processo seletivo de vagas de emprego nas empresas’ permanece constante. Esse andamento depende não apenas da procura por vagas, mas também da demanda das empresas. Em janeiro de 2014, foram 4.707 encaminhamentos e, em fevereiro, 3.503. Já neste ano, em janeiro, foram 4.469 e 3.860 em fevereiro.
"O objetivo é servir de ponte entre a mão de obra e o empregador. Temos atuado também, o que é fundamental nesse momento de insegurança econômica, na geração de renda alternativa, principalmente para pessoas em situação de risco social, oferecendo formações na área de artesanato e de serviços, também em bairros periféricos, e ainda para os jovens, que incluímos em programas de estágio.
Atualmente, a feira mensal Fazendo Arte Macaé, na Praça Veríssimo de Mello, conta com a maior parte de artesãos formalizados por meio da Casa do Empreendedor. Alguns deles já adquiriram o próprio estande de exposição através do 'Programa Macaé aCredita em Você', do Fundo de Desenvolvimento Econômico (Fumdec), e do Programa Economia Solidária, da Secretaria de Trabalho e Renda. Além disso, vamos formar este ano a primeira turma de Condutores de Ecotrilhas do Sana, visando o potencial turístico da Serra. Diversificamos bastante", completa o secretário.
Mais soluções
As soluções encontradas por Macaé têm sido indicadas como referência no estado. A Secretaria de Trabalho e Renda, o Centro de Educação Tecnológica e Profissional (Cetep) e a Casa do Empreendedor já são modelo de eficiência, recebendo visitas de gestores de outros municípios.
Isso porque a Secretaria de Trabalho e Renda tem ajudado o empresário a encontrar a pessoa que procura para atuar em sua empresa. Também auxilia o trabalhador a se colocar no mercado. Esse serviço é disponibilizado por meio do Portal da Prefeitura.
A prefeitura oferece ao empresário, além do cadastro da empresa para recrutamento de candidatos no perfil solicitado, salas para seleção e treinamento de pessoal. Já o trabalhador conta com orientação profissional, cadastro para curso de qualificação e palestras, cadastro para vagas de emprego, encaminhamento para processo seletivo de vagas de emprego, encaminhamento para vagas de cursos e palestras e emissão de carteira de trabalho.
Abrindo vagas
Por sua vez, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, com a preocupação de fomentar a economia, o que gera renda e pode vir a abrir novas vagas, incentiva a formalização e acompanha o crescimento de pequenas empresas, além de dar atenção a atividades tradicionais como a pesca. No ano passado foi lançado o Portal do Licenciamento, onde o empreendedor encontra formulários padrão e listagens com documentos necessários para protocolos de requerimentos.
O portal democratizou as informações e deu maior celeridade aos processos. No ano anterior, já havia sido criada a Casa do Empreendedor de Macaé, modelo de sucesso, segundo o Sebrae. A partir dessa iniciativa, com o programa de microcrédito “Macaé aCredita em Você”, cerca de 300 empreendedores foram beneficiados, até o ano passado, com créditos, a juros reduzidos, de até R$ 15 mil, com orientação dos investimentos por agentes de créditos municipais.
Até que o atual quadro se reverta, o governo municipal e em bloco, visto que o prefeito, Dr. Aluízio, assumirá a presidência da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), no próximo dia 25, buscará garantir os compromissos estaduais e federais com investimentos na região. Melhorando a infraestrutura do município, principalmente para escoar a produção - o que diminui custos - mais investidores serão atraídos e novas frentes de trabalho poderão ser abertas, especialmente na fase do pré-sal.
Fonte: http://g1.globo.com
TAEP: Year of ‘dramatic contraction’ under way in Texas oil, gas employment
The Texas Petro Index (TPI) dropped seven points to 299.6 during January compared with December, reflecting lowcrude oil prices, a falling rig count, and decline in drilling permits.
Before the current downturn, the TPI, a composite index based on a comprehensive group of upstream economic indicators released by the Texas Alliance of Energy Producers (TAEP), peaked at a record 310.5 in November, the zenith of an economic expansion that began in December 2009 when the TPI stood at 187.7.
Average crude oil prices in January declined 55% to $44.46/bbl compared with June 2014 (OGJ Online, July 24, 2014).
Industry employment has now entered a state of decline, the index indicates, as companies begin to shed jobs to deal with the current climate. Total oil and gas employment declined by 3,300 jobs in January from 305,000 in December.
Contraction only beginning
“Several thousand jobs were lopped off the original industry employment estimates for the latter part of 2014, and it now seems likely that upstream oil and gas payroll employment in Texas peaked in December at about 305,000 jobs,” explained said Karr Ingham, economist and TPI creator.
“The January monthly decline very likely represents the onset of industry employment contraction on the way to what will ultimately be tens of thousands of jobs lost," he said.
Despite the tumultuous second half of 2014, however, the industry still added 25,000 jobs in Texas during the year, lifting total upstream employment to more than 300,000 for the first time.
“But for now that run is over, and 2015 will be a year of dramatic contraction in Texas oil and gas employment,” Ingham stated.
Noting that leading indicators of the upstream industry’s economic health continue to decline, Ingham cautioned that the economic contraction gripping oil and gas exploration and development still is in its early stages.
“These trends will continue for months to come, and we should be prepared to settle in for a fairly long period of downturn before the industry begins to recover,” he said. “Now that this process has been set into motion, there is no stopping it until the events driving it have played out.”
TPI indicators for January
Up 7.2% from January 2014, the number of Texans on oil and gas industry payrolls totaled 301,700, according to statistical methods based on Texas Workforce Commission estimates. Average upstream oil and gas employment in Texas peaked in December at 305,000, increasing steadily from a nadir of 175,700 in October 2009.
Crude production in Texas during January totaled 102.1 million bbl, 20.3% more than in January 2014. With crude prices in January averaging $44.46/bbl, the value of Texas-produced crude oil totaled $4.54 billion, 41.4% less than in January 2014.
Estimated Texas natural gas output was 687.4 bcf, a slight year-over-year monthly decline of 0.1%. With natural gas prices in November averaging $2.93/Mcf, the value of Texas-produced gas declined 36% to $2 billion.
The Baker Hughes Inc. count of active drilling rigs in Texas averaged 773, 7.5% fewer than in January 2014. Drilling activity in Texas peaked in September 2008 at a monthly average of 946 rigs before falling to a trough of 329 in June 2009.
During the economic expansion that began in December 2009, the statewide average monthly rig count peaked at 932 in May and June 2012.
Fonte: http://www.ogj.com
Alberta introduces oil sands environmental requirements
Alberta introduced new requirements to control tailings ponds and regulate water use from the Athabasca River as part of the Canadian province’s efforts to reduce oil sands development impacts.
“Alberta’s oil sands region is already one of the most protected and regulated energy development areas in the world,” Alberta Environment and Sustainable Resource Development Minister Kyle Prentice said as the two new regulations were announced on Mar. 13.
“To enhance this level of protection, we need systems that continue to drive innovation,” Prentice said. “Industry must continually improve its management of wastes like tailings, and respect the full range of water management opportunities that exist in the region.”
The Tailings Management Framework focuses on getting tailings ponds remediated faster and slowing tailings ponds growth. Tailings are currently managed through the Alberta Energy Regulator’s directive 074, which does not set timelines for the remediation of existing ponds, the ministry said.
It said the framework’s highlights include limiting the amount of tailings that can be accumulated, pushing companies to invest in technology to remain within those constraints, establishing firm thresholds to identify when companies must take action to prevent environmental harm, and requiring companies to post additional financial security to deal with potential remediation issues through the Conservation and Reclamation Regulation.
Oil sands operators also will be required to ensure tailings are progressively treated and reclaimed throughout the project’s life-cycle and are ready-to-reclaim within 10 years of the end-of-mine-life of that project, it indicated.
Surface water framework
The ministry said the Surface Water Quantity Management Framework establishes stringent water use requirements for both current and future mineable oil sands operators. At present, this industry uses 1%/year of water from the river, it noted.
This framework requires the majority of water used by existing operators and all water used by new operators stop when the rivers flow is low; restricts water use during these periods to a minimum for older operators who are technologically unable to stop all withdrawals; and establishes weekly triggers, which act as an early warning point before a limit is reached, and sets water withdrawal limits for all mineable oil sands operators, using best-available science; and maintains an adequate quantity of water for Aboriginal river navigation and pursuit of traditional activities.
The ministry said Alberta’s government worked with industry, Aboriginal groups, environmental nongovernmental organizations and other stakeholders to develop these frameworks that will guide progress on environmental issues in the oil sands.
Four environmental organizations immediately criticized the new regulations. “These new rules read like an oil industry wish list,” Emma Pullman, a Senior Campaigner at corporate watchdog group SumOfUs.org, said on Mar. 13 in Vancouver, BC.
She said Minister Prentice promised Alberta would be a world leader in the conservation and the environmental protection, “but instead he has ignored First Nations, local communities, and science in the name of corporate interests.” Keepers of the Athabasca, Environmental Defence Canada, and the Natural Resources Defense Council also said the new regulations were inadequate.
Fonte: http://www.ogj.com
Plataforma P-61 entra em produção no campo de Papa Terra
A Petrobras iniciou a produção da plataforma P-61, no campo de Papa-Terra, localizado no extremo sul da Bacia de Campos, no estado do Rio de Janeiro, a 110 quilômetros da costa brasileira e em profundidade d’água que varia de 400 a 1.400 metros.
A plataforma P-61, instalada em profundidade d'água de 1.200 metros, completa o sistema concebido para produzir no campo de Papa-Terra, onde está instalado também o FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo) P-63, que iniciou sua produção em 11 de novembro de 2013.
A plataforma P-61, instalada em profundidade d'água de 1.200 metros, completa o sistema concebido para produzir no campo de Papa-Terra, onde está instalado também o FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo) P-63, que iniciou sua produção em 11 de novembro de 2013.
Na P-61, serão interligados 13 poços produtores, sendo o poço denominado PPT-16, atualmente em produção, o primeiro dessa plataforma. Na P-63, estão atualmente interligados cinco poços produtores e seis poços injetores. Outros cinco poços injetores ainda serão interligados.
A produção da P-61 é transferida por meio de linhas flexíveis para o FPSO P-63, que tem capacidade para processar 140 mil barris por dia (bpd) e 1 milhão de metros cúbicos (m³) de gás, além de capacidade para injetar 340 mil barris de água. O petróleo é escoado do campo por meio de navios aliviadores e o gás, excedente ao consumo nas plataformas, é injetado em reservatório adjacente ao campo.
A produção da P-61 é transferida por meio de linhas flexíveis para o FPSO P-63, que tem capacidade para processar 140 mil barris por dia (bpd) e 1 milhão de metros cúbicos (m³) de gás, além de capacidade para injetar 340 mil barris de água. O petróleo é escoado do campo por meio de navios aliviadores e o gás, excedente ao consumo nas plataformas, é injetado em reservatório adjacente ao campo.
A plataforma P-61, do tipo TLWP (Tension Leg Wellhead Platform), está conectada a uma plataforma de apoio (Tender Assisted Drilling) e equipada com uma sonda de perfuração e completação de poços. Essa é a primeira vez que uma plataforma desse tipo opera no Brasil. Os poços da P-61 são do tipo completação seca, ou seja, as válvulas de controle do poço ficam na plataforma, ao invés de no fundo do mar.
Os poços produtores da P-63 são conectados à plataforma através de dutos flexíveis submarinos com aquecimento elétrico conhecidos por IPB (Integrated Production Bundle) e os 18 poços de produção do campo contam com bombas centrífugas submersas.
A parte superior da P-61 ( topside) foi construída no estaleiro Keppel Fels, em Cingapura. O casco e a operação de “mating” (etapa de união do casco com o topside) foram concluídos no estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
A presença de reservatórios com petróleo de graus API entre 14 e 17 e a extensa profundidade d' água fazem do desenvolvimento do campo de Papa-Terra um dos projetos mais complexos da Petrobras, exigindo a incorporação de diversas soluções inovadoras.
O campo de Papa Terra é operado pela Petrobras (62,5%) em parceria com a Chevron (37,5%). A participação da Chevron no desenvolvimento do campo tem sido importante em função de sua experiência nesse tipo de projeto.
Os poços produtores da P-63 são conectados à plataforma através de dutos flexíveis submarinos com aquecimento elétrico conhecidos por IPB (Integrated Production Bundle) e os 18 poços de produção do campo contam com bombas centrífugas submersas.
A parte superior da P-61 ( topside) foi construída no estaleiro Keppel Fels, em Cingapura. O casco e a operação de “mating” (etapa de união do casco com o topside) foram concluídos no estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
A presença de reservatórios com petróleo de graus API entre 14 e 17 e a extensa profundidade d' água fazem do desenvolvimento do campo de Papa-Terra um dos projetos mais complexos da Petrobras, exigindo a incorporação de diversas soluções inovadoras.
O campo de Papa Terra é operado pela Petrobras (62,5%) em parceria com a Chevron (37,5%). A participação da Chevron no desenvolvimento do campo tem sido importante em função de sua experiência nesse tipo de projeto.
Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br
Petrobras Distribuidora lança Programa Transporte Ecoeficiente
A Petrobras Distribuidora deixará de consumir 174 milhões de litros de combustíveis, ou de emitir 464 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2), em operações de transporte pela frota a seu serviço, em todo o País, até 2022. Esses números, que equivalem aos patamares registrados no ano de 2012 pela BR, fazem parte das metas do Programa Transporte Ecoeficiente, lançado pela companhia neste dia 16/03, Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas.
Durante dois anos em que o programa esteve em fase piloto, a BR identificou ações em vários eixos para acompanhar, quantificar e reduzir os índices de consumo e emissões, como a renovação progressiva de caminhões-tanque, a utilização de modais de menor consumo energético, a otimização da logística e o treinamento de motoristas.
Nos aeroportos operados pela companhia, por exemplo, estão sendo instalados dutos (hidrantes) que substituirão parte dos caminhões abastecedores por equipamentos denominados Servidores, reduzindo em 30% o consumo de combustível nas operações de atendimento às aeronaves.
A substituição do transporte rodoviário por outros modais (ferrovias, hidrovias e dutos) também mereceu atenção. E o uso de caminhões tanques com tecnologia Euro V e maior capacidade de transporte, trafegando através de roteiros melhor otimizados já implantados em 70% dos terminais e bases da BR permitiram alcançar, já no fim de 2014, uma redução de cerca de 15% no consumo de combustível e de emissões atmosféricas com movimentação de produtos sob gestão da companhia, em relação a 2012.
No evento desta segunda-feira, o presidente da BR, José Lima de Andrade Neto, destacou a importância do Programa Transporte Ecoeficiente: A implantação integral desta iniciativa permitirá otimizar os recursos disponíveis na BR, com o aumento da eficiência energética nos transportes, corroborando o compromisso do Sistema Petrobras com a sustentabilidade e a responsabilidade sócio-ambiental, explicou.
Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br
Durante dois anos em que o programa esteve em fase piloto, a BR identificou ações em vários eixos para acompanhar, quantificar e reduzir os índices de consumo e emissões, como a renovação progressiva de caminhões-tanque, a utilização de modais de menor consumo energético, a otimização da logística e o treinamento de motoristas.
Nos aeroportos operados pela companhia, por exemplo, estão sendo instalados dutos (hidrantes) que substituirão parte dos caminhões abastecedores por equipamentos denominados Servidores, reduzindo em 30% o consumo de combustível nas operações de atendimento às aeronaves.
A substituição do transporte rodoviário por outros modais (ferrovias, hidrovias e dutos) também mereceu atenção. E o uso de caminhões tanques com tecnologia Euro V e maior capacidade de transporte, trafegando através de roteiros melhor otimizados já implantados em 70% dos terminais e bases da BR permitiram alcançar, já no fim de 2014, uma redução de cerca de 15% no consumo de combustível e de emissões atmosféricas com movimentação de produtos sob gestão da companhia, em relação a 2012.
No evento desta segunda-feira, o presidente da BR, José Lima de Andrade Neto, destacou a importância do Programa Transporte Ecoeficiente: A implantação integral desta iniciativa permitirá otimizar os recursos disponíveis na BR, com o aumento da eficiência energética nos transportes, corroborando o compromisso do Sistema Petrobras com a sustentabilidade e a responsabilidade sócio-ambiental, explicou.
Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br
Refinaria Abreu e Lima começa a tratar diesel
A Petrobras iniciou a operação da unidade de hidrotratamento de diesel da Refinaria do Nordeste (Rnest), também conhecida como Abreu e Lima, em Pernambuco, com uma carga inicial de 45.915 barris por dia, informou a empresa.
A primeira unidade de refino da Rnest entrou em operação em dezembro, mas ainda com sua capacidade limitada. Os contratos da obra da refinaria são um dos focos de investigação da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, por suspeita de superfaturamento.
A primeira unidade de refino da Rnest entrou em operação em dezembro, mas ainda com sua capacidade limitada. Os contratos da obra da refinaria são um dos focos de investigação da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, por suspeita de superfaturamento.
A unidade de hidrotratamento que começou a operar na semana passada é responsável por remover enxofre e nitrogênio das diversas correntes que compõem o óleo diesel, gerando um produto final estável e com teor muito baixo de enxofre, o chamado diesel S-10.
O diesel é o principal produto da Rnest, representando cerca de 70% do volume total processado na refinaria, informou a Petrobras. “O derivado vai atender, predominantemente, o mercado do Norte/Nordeste, substituindo importações”, informou a companhia em nota.
A Petrobras chegou a prever que o segundo trem de refino da Rnest entraria em operação em maio deste ano, mas em janeiro o então diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza, afirmou que poderia haver atrasos.
O diesel é o principal produto da Rnest, representando cerca de 70% do volume total processado na refinaria, informou a Petrobras. “O derivado vai atender, predominantemente, o mercado do Norte/Nordeste, substituindo importações”, informou a companhia em nota.
A Petrobras chegou a prever que o segundo trem de refino da Rnest entraria em operação em maio deste ano, mas em janeiro o então diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza, afirmou que poderia haver atrasos.
Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br
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