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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Audi em parceria com a Global Bioenergies desenvolveu uma gasolina sintética a partir de plantas

Audi anunciou que criou gasolina sintética que tem sido feita a partir de plantas, a nova gasolina foi desenvolvida em conjunto com a Global Bioenergies.
Esta nova gasolina sintética é 100% pura e pode ser usado como combustível para veículos, a empresa tem planos para produzir maiores quantidades de combustível no próximo ano.
“Global Bioenergies produziu recentemente um primeiro lote de gasolina à base de plantas, no contexto de uma parceria com a Audi. Estamos falando de gasolina real aqui, contendo apenas hidrocarbonetos. Este primeiro lote abre o caminho para uma implantação em larga escala de uma nova indústria de combustível, mais sustentável e mais favorável ao meio ambiente.”


Fonte: http://www.teciber.com

GravityLight a lâmpada que funciona com energia da gravidade promete revolução

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Num mundo em que cerca de 1 bilhão de pessoas vivem sem energia elétrica, milhares de famílias ainda dependem do obsoleto candeeiro de querosene sempre que o sol se põe. Ao pensar nisso, a empresa independente GravityLight pensou numa força que jamais “dorme”: a gravidade.
Foi então que nasceu uma lâmpada que se propõe ser uma solução paliativa, mas ao mesmo tempo muito útil. A GravityLight é acionada com um peso de 25 libras (pouco mais de 11 quilogramas), o que tanto pode ser um saco de areia como um aglomerado de pedras ou qualquer outro objeto.
O objeto é então levantado por meio de uma corda com contas e, uma vez que o topo é atingido, basta soltar para ter iluminação por um período de 20 ou 30 minutos por ciclo. Uma vez terminado o período, basta puxar a corda novamente.
O projeto tem foco inicial nos países em desenvolvimento, mas pretende atingir mais de 30 países em sua segunda fase. Segundo os fabricantes, a GravityLight 2 tem maior autonomia, é mais brilhante e também pode permanecer acesa entre os ciclos (momentos em que é necessário suspender novamente o peso).
A nova versão da GravityLight também serão fabricadas diretamente nos locais em que são mais necessárias, o que deve diminuir os custos e gerar empregos nesses países — em especial o Quénia.
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Custo Vs benefício da GravityLight

As tradicionais lâmpadas de querosene, por sua vez, são consideradas um risco, tanto para os utilizadores quanto para o meio ambiente de forma geral. Além do óbvio perigo de incêndios (dada a natureza altamente inflamável do combustível), esses lampiões ainda liberam no ar gases potencialmente cancerígenos.
De acordo com a GravityLight, atualmente 780 milhões de mulheres e crianças inalam uma quantidade de querosene equivalente ao fumo de 40 cigarros por dia.
Além disso, estima-se que, coletivamente, a queima do combustível por aproximadamente 3% das emissões de CO2 (gás carbónico) no planeta, com a produção do chamado “carbono negro” tornando o quadro ainda mais preocupante nas localidades que dependem dessa fonte.
Por fim, a utilização do querosene ainda representa um rombo económico considerável entre as populações mais pobres. De acordo com a companhia, o combustível consome cerca de 30% dos gastos mensais dessas famílias, enquanto que a GravityLight pode ser comprada por US$ 10 (cerca de R$ 30).
Veja o video do projeto GravityLight que recolhe fundos através de Crowdfunding para o lançamento no mercado global.


A GravityLight 2 recolhe fundos atualmente através do site de financiamento coletivo (Crowdfunding)Indiegogo, com uma meta de US$ 199 mil — já ultrapassou a marca dos US$ 112 mil. A campanha vai terminar no final de junho.
Participe nesta excelente ideia.
Fonte: http://www.portal-energia.com

BG Brasil e Senai inauguram supermáquina que apoiará desenvolvimento do pré-sal

BG Brasil e Senai inauguram supermáquina que apoiará desenvolvimento do pré-sal
Divulgação Divulgação
A BG Brasil e Senai CIMATEC inauguram nesta quarta-feira (27/5) o supercomputador mais rápido da América Latina no Centro de Supercomputação para Inovação Industrial do Senai CIMATEC, em Salvador (BA). Idealizada pela companhia de óleo e gás, em parceria com o Senai/Fieb, a super máquina é capaz de processar mais de 400 trilhões de operações por segundo (TFlops) e integra um programa de P&D em geofísica, com investimento total de até R$ 60 milhões.

Batizado de CIMATEC Yemoja (Iemanjá em iorubá), o supercomputador é parte de uma iniciativa revolucionária em processamento de dados sísmicos. Neste projeto, também está sendo inaugurado um centro de excelência de nível internacional em computação.

“A complexidade dos campos do pré-sal nos impulsiona a buscar soluções cada vez mais inovadoras. O supercomputador é, definitivamente, parte desse esforço e nos auxiliará nas atividades da indústria de óleo e gás. Nosso objetivo é produzir inovação no Brasil, fomentando conteúdo local de base tecnológica, globalmente competitivo”, ressalta o CEO BG América do Sul, Nelson Silva.

O projeto dará prioridade ao estudo e otimização da tecnologia chamada Full Waveform Inversion (FWI) para o processamento de dados sísmicos 3D e 4D de dimensões industriais. A iniciativa será conduzida pelo consórcio International Inversion Initiative, liderado pela BG Brasil. Serão colaboradores nas pesquisas a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), além da Universidade de British Columbia (Canadá) e o Imperial College London (Inglaterra), as duas últimas referências mundiais em FWI.

“Este projeto ilustra o ambiente de inovação no Brasil, que estimula parcerias em pesquisas de relevância global. O supercomputador é uma infraestrutura estratégica que permitirá à BG e grupos de pesquisa de ponta resolverem grandes desafios da indústria relacionados a imageamento de reservatório e processamento de dados. Isso tem sido possível através do investimento da Cláusula de P&D da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e de investimentos dos governos estadual e federal”, acrescenta Richard Moore, CTO do BG Group.

O CIMATEC Yemoja utiliza processadores Intel Xeon e Xeon Phi™ e o sistema SGI® ICE X™. De acordo com o Diretor Regional do SENAI Bahia, Leone Peter Andrade, a utilização de softwares de modelagem computacional demanda conhecimento especializado e muito tempo de desenvolvimento. “O Centro de Supercomputação, com sua capacidade de escala, adquirirá os principais softwares e ofertará às empresas soluções adequadas as suas necessidades tecnológicas”, avalia.


Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br

Videoaulas: O Sistema Terra

O canal da UNIVESPTV (Universidade Virtual de São Paulo) oferece o curso "Sistema Terra" gratuitamente.
O conjunto de 26 videos, de aproximadamente 30 minutos cada, faz parte da Licenciatura em Geociências e Educação Ambiental, do Instituto de Geociências da USP.
Os professores Wilson Teixeira, Paulo Boggiani e Veridiana Martins ministram o tema para os alunos do 1º ano do curso.
A disciplina traz conhecimentos sobre a origem, constituição e funcionamento do planeta, na perspectiva da Terra como um sistema dinâmico. 

O Curso foi dividido em 26 vídeoaulas com os seguintes temas:

  • Histórico das Geociências;
  • Origem do Universo e do Sistema Solar,
  • Evolução e Composição;
  • Meteoritos;
  • Estrutura da Terra;
  • Dinâmica da Crosta Terrestre;
  • Rochas no Contexto da Dinâmica Global ("Ciclo das Rochas");
  • Vulcanismo e Plutonismo.




Fonte: http://geofisicabrasil.com

Geólogo canadense extrai diamantes no Sertão da Bahia

Após mais de duas décadas procurando diamantes em países africanos, o geólogo canadense Kenneth Wesley Johnson, 57 anos, está prestes a começar a extrair a pedra preciosa no sertão da Bahia. Sobrevivente de duas guerras civis e malárias na África, Johnson investe R$ 137 milhões numa mina em Nordestina, a cinco horas de Salvador.

Leia o depoimento.

O meu pai era cardiologista e queria que eu seguisse seus passos.
Cheguei a cursar um ano de medicina, mas gostava mesmo de atividades ao ar livre. Fiz uma aula de geologia e gostei. Sonhava viver aventuras.

folha geologo canadense diamantes bahia 2
Nasci em Windsor, no Canadá, fronteira com os EUA. Quando me formei em geologia, era 1982 e comecei a trabalhar explorando ouro, cobre e metais básicos no Canadá. Uma década depois, houve grandes descobertas de diamantes no mundo.
Eles são encontrados em lugares como África Central, Rússia e Brasil. É preciso uma formação rochosa bem específica. A empresa em que eu trabalhava decidiu me enviar para a África.
Desembarquei na República Centro-Africana em 1994. Fui explorar diamantes numa montanha 300 km ao norte de Bangui, a capital. De carro levava um dia e meio para percorrer essa distância. É o lugar mais pobre da Terra.
Vivi dez meses em uma casa de palha no meio da floresta. Dormia no chão. Para comer, além de pescar, caçava porco do mato com um velho rifle. Eu sabia usá-lo porque no Canadá você precisa se defender dos ursos. Para beber, era água e vinho barato.
Trabalhava de domingo a domingo. Depois de meses comecei a sentir febre, dores. Demorei dias para entender que tinha malária. Anos mais tarde, tive de novo. Tenho malária no sangue até hoje.
Durante um voo, em 1995, vi garimpeiros num rio entre duas montanhas. Pedi a localização ao piloto e comecei a estudar a geologia da região. Quando chove, o ouro se solta das montanhas e desce o rio. Segui o caminho contrário: subi as montanhas. Descobri lá um depósito de 1,5 milhão de onças de ouro, chamado Passendro. Vendi para a empresa canadense Axmin, mas não foi para a frente por causa das guerras.
No Zaire [atual Congo], estávamos explorando uma mina no rio Tshikapa quando o ditador Mobutu Sese Seko foi assassinado. Cruzamos o rio sob fogo cruzado até Brazzaville, onde nos instalamos no hotel Hilton e ficamos em relativo conforto ouvindo a guerra do outro lado do rio.
O filme "Diamante de Sangue" é bem preciso. Vi coisa parecida na República Centro-Africana. Jovens e pobres eram colocados para procurar diamantes. Os compradores ofereciam comida, rádio de pilha, o que criava uma dívida. Passavam a trabalhar como escravos para pagá-la.
A minha experiência no continente africano durou duas décadas e não foi bem-sucedida. Não desenvolvi uma mina de classe mundial. Segui então para a Venezuela, mas em dez dias entendi que eles não respeitam a propriedade privada. Decidi buscar um novo lugar. Onde mais tem diamantes? No Brasil. Primeiro, fui para Rondônia. Fizemos descobertas, mas a quantidade e a qualidade dos diamantes eram baixas e fomos obrigados a procurar outro lugar.
Seis anos atrás conheci minha mulher aqui. Fazia a contabilidade de contratos para mim. A personalidade dela me atraiu. Estou há três anos e meio no Brasil. Temos uma filha de três anos e moramos em Lauro de Freitas, próximo de Salvador.
Meu projeto agora fica em Nordestina, sertão da Bahia. A área havia sido explorada pela De Beers, que desistiu. Comprei o direito em 2005. Estou investindo R$137 milhões com sócios canadenses e europeus.
folha geologo canadense diamantes bahia
Na região muitas pessoas vivem de Bolsa Família. São pobres para os padrões brasileiros, mas comparados ao que vi na África, têm vida de rei. Há muita dificuldade, mas têm água e energia.
A jazida não é grande, mas há um diamante de qualidade Top 5 do mundo e tem potencial para aumentar em sete vezes a produção anual de diamantes do Brasil. Vamos começar a produção em escala em janeiro do ano que vem.
Sou o único gringo da Lipari, graças a Deus, porque é bem difícil entender a legislação e a burocracia.
Gosto de trabalhar aqui, mas o Brasil não é barato.
Fonte: http://geofisicabrasil.com

domingo, 24 de maio de 2015

Entraves regulatórios prejudicam exploração do gás não convencional

Entraves regulatórios prejudicam exploração do gás não convencional
Chuck Anderson_Penn State Chuck Anderson_Penn State
O gás não convencional, ou shale gas, ainda não é uma realidade no Brasil. Embora o país tenha potencial na área, dadas suas características geológicas, a exploração do insumo depende da superação de barreiras regulatórias e desafios tecnológicos. Um marco regulatório com a definição de regras claras em referência ao licenciamento ambiental para utilização de produtos químicos na perfuração de poços, em um processo chamado de fraturamento hidráulico, é de fundamental importância para o desenvolvimento da indústria.

“É preciso viabilizar os estudos geológicos para saber quais serão as tecnologias necessárias no processo de exploração. Tudo depende de pesquisa e desenvolvimento e só aproveitaremos o potencial brasileiro de gás não convencional por meio de tentativa e erro”. É o que explica Edmar Almeida, diretor do Instituto de Economia da UFRJ.

Outra barreira a ser superada pela indústria de shale gas é a econômica. Uma vez que a produção do insumo se estabeleça, será preciso buscar a redução de custos na produção. “Mas ainda temos um longo caminho a percorrer até lá. A previsão para o início  da produção de gás não convencional é somente em 2023. No contexto atual, ainda é cedo para questões de distribuição, escoamento e redução de custos desse gás. Todos os estudos ainda são muito conceituais, destaca Almeida.

O futuro do shale gas no Brasil e na Argentina, que tem dado passos expressivos, além de outros assuntos pertinentes à indústria do gás serão discutidos pelo professor Edmar Luiz Fagundes de Almeida e outros palestrantes durante a 12ª edição do Gas Summit Latin America, evento que aborda a expansão da indústria do gás e acontece nos dias 8, 9 e 10 de junho, no Hotel Windsor Atlântica, no Rio de Janeiro (RJ).

A programação completa do seminário Gas Summit e inscrições podem ser feitas no sitewww.informagroup.com.br/gas-summit.
Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br

Os países que mais empregam em energia renovável

A China é o pais que mais emprega na indústria de energia renovável, com quase 3,9 milhões de postos de trabalhos ligados à energia solareólica e outras fontes verdes.


Isso é mais de 40% dos cerca de 7,7 milhões de empregos diretos e indiretos registrados no setor em todo o mundo, em 2014, segundo um novo estudo da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena)

O número de empregos na área cresceu 18% no ano passado comparado a 2013, quando 6,5 milhões de pessoas estavam empregadas. 

No ranking de países que mais empregam em energias renováveis, o Brasil aparace em segundo lugar, com mais de 934 mil postos de trabalho, seguido dos Estados Unidos, com 724 mil postos.

De acordo com o estudo, a área da indústria de energia renovável que mais emprega em todo o mundo é a solar fotovoltaica, com 2,5 milhões de pessoas. 

Ela é seguida pela indústria de biocombustíveis líquidos, com 1,8 milhão de pessoas empregadas. Em terceiro, aparece a eólica, fonte que, pela primeira vez, passou a marca de um milhão de empregos. 

No Brasil, a indústria de bioenergia é a que mais gera empregos entre as renováveis, com 845 mil postos de trabalho, o que torna o país o empregador líder em biocombustíveis no mundo. 

Sua indústria eólica também está crescendo rapidamente e já soma 35,8 mil postos (segundo a contagem de 2014), um aumento de 12% comparado ao ano anterior.


Os países que mais empregam em renováveisNúmero de empregos
China3.390.000
Brasil934.000
Estados Unidos724.000
Índia437.000
Alemanha371.000
Indonésia223.000
Japão218.000
França176.000
Bangladesh129.000
Colômbia97.600


ÁSIA LIDERA CRIAÇÃO DE POSTOS
A maior parte dos novos empregos no setor de energia renovável estão surgindo na Ásia, onde estão cinco dos 10 países do mundo com mais postos de trabalho (China, Índia, Indonésia, Japão e Bangladesh).

Com isso, União Europeia e os Estados Unidos agora representam 25 por cento dos empregos globais de energia renováveis, em comparação com 31 por cento em 2012.

"A energia renovável firma-se como um grande empregador global, gerando fortes benefícios econômicos e sociais em todo o mundo", disse o diretor-geral da IRENA Adnan Z. Amin em nota.

Esse aumento está sendo impulsionado, em parte, pelo declínio dos custos de tecnologia de energia renovável, o que cria mais postos de trabalho em instalação, operação e manutenção.

Mas, segundo o executivo, essa expansão também é moldada por mudanças regionais, realinhamentos da indústria, crescente concorrência e os avanços nas tecnologias e processos de fabricação.


Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br