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terça-feira, 11 de agosto de 2015

OTC Brasil 2015

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As inscrições estão abertas. Faça seus planos com antecedência para poupar tempo e dinheiro.
Para inscrever-se para a conferência, verifique as taxas e informações detalhadas nesta página e clique no link Registro abaixo para registrar-se on-line.


Para se inscrever apenas para a Exposição, visite a página de registro somente da Exposição.

Os crachás serão retirados no local.

Para mais informações visite o site da OTC Brasil 2015.
Fonte: http://sys2.sbgf.org.br

Conheça as empresas mais cobiçadas por estudantes de engenharia

Você, estudante de engenharia, onde sonha em trabalhar? Uma pesquisa realizada entre setembro de 2014 e janeiro de 2015, pela empresa de consultoria Universum, resultou em opiniões de 67 mil universitários brasileiros. A pergunta fatídica feita para os alunos foi: qual seria o empregador ideal?
Na primeira posição do ranking global está o Google, que é a quarta empresa cobiçada pelos brasileiros. Já os futuros engenheiros citaram a Petrobras em primeiro lugar, seguida pelo governo federal. Nos lugares seguintes surgem grandes empreiteiras como a Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez (só lembrando que estas três são investigadas pela Operação Lava Jato).
Confira o ranking das 10 empresas consideradas mais atrativas pelos estudantes de engenharia:

1ª Petrobras

petrobras blog da engenhria

2ª Governo Federal

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3ª Odebrecht

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4ª Google

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5ª Vale

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6ª Apple

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7ª Ambev

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8ª Eletrobrás
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9ª Camargo Corrêa

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10ª Microsoft

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Fonte: http://blogdaengenharia.com

Motores diesel, um caminho sustentável

Motores diesel, um caminho sustentável
Sae Brasil Sae Brasil

Os motores do ciclo diesel são atualmente os mais eficientes e os mais utilizados para movimentar bens e pessoas no Brasil e em boa parte do mundo. Esses motores também são usados para movimentar máquinas agrícolas, de construção civil, grupos geradores e outras centenas de usos específicos impossíveis de serem totalmente listados aqui. Podemos dizer que é a máquina térmica que move o mundo atual.
É justamente neste contexto que seu futuro precisa ser discutido e entendido para que a sociedade possa realmente aproveitar seus benefícios, sem ter de sofrer efeitos colaterais de contaminação ambiental. Não se projeta o bem futuro sem entender plenamente a atualidade e sem se certificar de que erros do passado não sejam repetidos, daí o 12º Fórum SAE BRASIL de Tecnologia de Motores Diesel, que reunirá a comunidade diesel brasileira e parte da mundial para debater a pavimentação do caminho que os motores diesel deverão seguir em sua trajetória rumo à sustentabilidade ambiental.
O encontro antecipa a discussão dos problemas futuros e busca solucioná-los já na atualidade. Por meio da participação de especialistas renomados, do Brasil e do Exterior, temas como sociedade e complexidade; perspectivas econômicas do setor; tecnologia e sustentabilidade ambiental; legislação e controles; experiências de aplicações já feitas em outros países; e os desafios industriais futuros serão amplamente expostos e discutidos neste fórum. Discutir esses assuntos é hoje mais que necessário.
O Brasil passa agora por uma fase bem complicada e difícil da sua história política e econômica. Há três anos aplicou novos limites de emissões gasosas para motores diesel veiculares e até hoje ainda encontra problemas, que vão desde a falta de fiscalização até a burla ou a falsificação de elementos que deveriam atuar como redutores de emissões de poluentes. Não obstante, já se discute o que serão os limites de emissões de poluentes do futuro e quando estes deverão ser aplicados.
Não se pode traçar caminhos de desenvolvimento sem o conhecimento profundo dos problemas que enfrentaremos num futuro próximo. Para isso, o 12º Fórum Diesel terá como nobre missão iluminar a construção e a pavimentação dos caminhos que a tecnologia diesel terá de percorrer rumo à sustentabilidade ambiental e, porque não, econômica. Participe deste fórum, ajude a escrever mais esta história de sucesso no País.
Os motores do ciclo diesel são atualmente os mais eficientes e os mais utilizados para movimentar bens e pessoas no Brasil e em boa parte do mundo. Esses motores também são usados para movimentar máquinas agrícolas, de construção civil, grupos geradores e outras centenas de usos específicos impossíveis de serem totalmente listados aqui. Podemos dizer que é a máquina térmica que move o mundo atual.
É justamente neste contexto que seu futuro precisa ser discutido e entendido para que a sociedade possa realmente aproveitar seus benefícios, sem ter de sofrer efeitos colaterais de contaminação ambiental. Não se projeta o bem futuro sem entender plenamente a atualidade e sem se certificar de que erros do passado não sejam repetidos, daí o 12º Fórum Sae Brasil de Tecnologia de Motores Diesel, que reunirá a comunidade diesel brasileira e parte da mundial para debater a pavimentação do caminho que os motores diesel deverão seguir em sua trajetória rumo à sustentabilidade ambiental.
O encontro antecipa a discussão dos problemas futuros e busca solucioná-los já na atualidade. Por meio da participação de especialistas renomados, do Brasil e do Exterior, temas como sociedade e complexidade; perspectivas econômicas do setor; tecnologia e sustentabilidade ambiental; legislação e controles; experiências de aplicações já feitas em outros países; e os desafios industriais futuros serão amplamente expostos e discutidos neste fórum. Discutir esses assuntos é hoje mais que necessário.
O Brasil passa agora por uma fase bem complicada e difícil da sua história política e econômica. Há três anos aplicou novos limites de emissões gasosas para motores diesel veiculares e até hoje ainda encontra problemas, que vão desde a falta de fiscalização até a burla ou a falsificação de elementos que deveriam atuar como redutores de emissões de poluentes. Não obstante, já se discute o que serão os limites de emissões de poluentes do futuro e quando estes deverão ser aplicados.
Não se pode traçar caminhos de desenvolvimento sem o conhecimento profundo dos problemas que enfrentaremos num futuro próximo. Para isso, o 12º Fórum Diesel terá como nobre missão iluminar a construção e a pavimentação dos caminhos que a tecnologia diesel terá de percorrer rumo à sustentabilidade ambiental e, porque não, econômica. Participe deste fórum, ajude a escrever mais esta história de sucesso no País.
Gilberto Leal é físico, consultor e membro da comissão organizadora do 12º Fórum Sae Brasil de Tecnologia de Motores Diesel, que será realizado nos dias 18 e 19 de agosto, no Teatro Positivo, em Curitiba.
Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br

Blog SPE: Técnicas de Perfuração e Dimensionamento de Coluna...

Blog SPE: Técnicas de Perfuração e Dimensionamento de Coluna...: O curso foi idealizado visando fornecer ou aprofundar os conhecimentos na áre a da perfuração de poços , um dos temas magníficos  ...

Pré-sal do Brasil contém 176 bilhões de barris, diz estudo

RIO DE JANEIRO - O polígono do pré-sal do Brasil, uma área marítima que já resultou em algumas das maiores descobertas recentes de petróleo, pode conter ainda óleo e gás não descobertos suficientes para suprir as atuais necessidades do mundo por mais de cinco anos, disseram pesquisadores.
O polígono, que cobre a maior parte das bacias marítimas sedimentares de Campos e Santos, contém ao menos 176 bilhões de barris de recursos não descobertos e recuperáveis de petróleo e gás natural (barris de óleo equivalente), de acordo com um estudo publicado semana passada por Cleveland Jones e Hernane Chaves, do Instituto Nacional de Óleo e Gás da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
Isso é quatro vezes mais do que os 30 bilhões a 40 bilhões de barris que já foram descobertos na área.
"Essa é uma estimativa conservadora, com uma alta probabilidade de se tornar verdade, 90 por cento, na verdade. Em tese, o total que ainda não foi descoberto de recursos recuperáveis no polígono do pré-sal pode ser tão grande quanto 273 bilhões de barris, mas o número mais alto só tem uma certeza estatística de dez por cento," disse Jones.
A estimativa do INOG é a única grande avaliação do potencial do polígono do pré-sal.
A estimativa de 2015 é 54 por cento maior que a de 2010, feita pelo INOG, que variava de 114 a 288 barris de óleo equivalente.
A pesquisa coloca a probabilidade de uma estimativa mais baixa, de 90 por cento, e a previsão mais alta, de dez por cento. Ao contrário de outros países democráticos produtores de petróleo como os Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha e Noruega, a agência reguladora de petróleo do governo (ANP) não publica estimativas de potenciais recursos marítimos do Brasil.
"O Brasil tem sido descuidado por não tornar esses números públicos", disse John Forman, um ex-diretor da ANP. Ele adicionou que a estimativa do INOG é a única estimativa pública confiável que está disponível e que usa métodos aceitáveis pela indústria.
Fonte: http://geofisicabrasil.com

Desaceleração na área de petróleo não ocorre só no Brasil

 O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse ontem que a desaceleração das atividades de petróleo e gás não é exclusivamente brasileira, mas atinge as grandes empresas que atuam no setor no mundo. Admitiu porém que um segundo impacto, característico da desaceleração no Brasil, é provocado pelas denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras.
Segundo ele, os trabalhos de combate às irregularidades afetam hoje diretamente os investimentos, mas vão garantir ganhos, em médio prazo, de eficiência, governança e transparência.
“O combate à corrupção traz benefícios para a empresa e para a sociedade. Com a Operação Lava Jato, da Polícia Federal há uma recuperação [de recursos desviados] estimada em R$ 570 milhões, outros R$ 296 milhões já foram devolvidos e a meta de recuperação é R$ 6,2 bilhões”, disse. “A empresa vai ter retomada de eficiência, mas agora tem impacto sobre o PIB [Produto Interno Bruto]”, acrescentou.
Ao falar com deputados da Comissão de Minas e Energia da Câmara sobre a crise da indústria naval no Brasil provocada pelas denúncias envolvendo a estatal, o ministro destacou que o setor já representou 13% das riquezas produzidas no país, mas hoje sofre com “a queda de investimentos da Petrobras e na construção civil”.
Mercadante reiterou que grandes empresas do mundo, como Shell e Technobil, passaram por cortes de investimento em torno de 30% nos últimos meses. Segundo ele, o primeiro problema surgiu com o colapso das commodities em agosto de 2014. “[Elas] desabaram de preço sem perspectiva de recuperação porque o Irã voltou ao mercado de petróleo [com projeção de oferta alta do produto] e isso impacta todas as empresas de petróleo do mundo e impacta a Petrobras”, explicou.
Deputados da comissão têm tentado ouvir dirigentes da estatal brasileira sobre o impacto das denúncias envolvendo a Petrobras. O deputado Rodrigo de Castro (PSDB-MG), presidente da comissão, reclamou que dirigentes da estatal nunca se dispuseram a comparecer nas audiências.
Aloizio Mercadante lembrou sua trajetória política – que inclui passagens por pastas como o Ministério da Educação, “sem qualquer familiariedade” com o setor da indústria naval – para explicar que teve de estudar o assunto nos últimos dias para responder a alertas como os feitos pelo Sindicato da Indústria Naval.
A entidade alertou que, só em janeiro, 3 mil postos de trabalho foram fechados. De acordo com a entidade, os cinco estaleiros que têm contratos com a Sete Brasil – empresa criada para gerenciar a construção das sondas a serem usadas pela estatal na exploração do pré-sal – estão em situação “crítica”.
O ministro explicou que a Sete Brasil é uma “peça” importante no desenho criado para a produção de sondas no país. A empresa venceu a licitação para construir 28 sondas, mas, segundo ele, com as denúncias e a crise do setor, a Sete Brasil teve dificuldade para viabilizar créditos para alavancar essa produção.
“As denúncias, com o impacto da Lava Jato, atrasaram a concessão de financiamentos de longo prazo e o repasse para os estaleiros”, lembrou o ministro. Segundo ele, a empresa está adotando uma estratégia de reestruturação e vai reduzir de 28 para 19 o número de sondas. “Vai ter que fortalecer os estaleiros mais adiantados e vai ter que ter recomposição de estrutura acionária”, disse.
Segundo Mercadante, apesar de todo o cenário, o setor de petróleo e gás no país é “promissor”. “Hoje temos 69 mil trabalhadores empregados pela indústria naval, nove estaleiros ativos e outros quatro em construção. Temos problemas sim, temos muitos, mas estamos bem melhor do que o momento em que não tínhamos nada”, disse.
Ele ainda destacou que mesmo sem obrigação regulatória, a Petrobras construiu diversas plataformas no Brasil, e o curso de engenharia nas universidades brasileiras está atualmente entre as principais demandas de estudantes em razão da evolução do setor. O ministro ainda citou outras medidas como o fortalecimento do Fundo de Marinha Mercante que tem um total de ativos de R$ 28 bilhões. “Temos ainda uma grande demanda potencial. De 12 plataformas para a área de Libras, há 12 para a área excedente da cessão onerosa, além de plataformas para Lula e Sapinhoá áreas do pré-sal”, exemplificou.
Fonte: http://geofisicabrasil.com

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Indústria petrolífera aposta na nanotecnologia para suportar demanda



A nanotecnologia na industria de combustíveis fósseis não é completamente nova - há mais de quarenta anos ela é utilizada de forma eficiente nos fluídos de perfuração nos poços de petróleo, por exemplo. No entanto, apenas recentemente tem se constatado avanços no uso da nanotecnologia em outras áreas chaves da indústria, como na exploração, monitoramento, refinação e distribuição.

De acordo com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), a demanda mundial por energia deve subir cerca de 60% nos próximos 25 anos. O índice de crescimento representa um grande desafio para a indústria de combustíveis fósseis. Para atender a esta demanda, a aposta das grandes companhias é o desenvolvimento e evolução da ciência e da engenharia.

Neste cenário, a nanotecnologia ganha força como uma das principais alternativas para ir além do atual potencial de fornecimento de energia sem deixar de lado a preocupação com as questões ambientais. Por esta razão, a manipulação da matéria numa escala atômica e molecular é apontada como “pedra angular” de toda a energia no futuro, conforme afirma José Vega, articulista no portal venezuelano La Comunidad Petrolera, um dos maiores do segmento na América Latina.

A utilização da nanotecnologia é tida como a solução iminente para resolver problemas críticos enfrentados pela indústria, como com relação a extração em localizações remotas (águas muito profundas), condições adversas (altas temperaturas e pressões) e também em reservatórios pouco convencionais, de areia betuminosa, óleos pesados ou gás apertado.

Em alta não apenas na indústria de combustíveis fósseis mas também em diversas outras que movem a economia nacional e internacional, a nanotecnologia será, pela primeira vez no Brasil, o foco principal de uma grande feira de negócios. Intitulado de Nano TradeShow, o evento está marcado para acontecer entre os dias 13 e 15 de outubro, nos pavilhões do Transamerica Expo Center, na Zona Sul da cidade de São Paulo.

Já em seu ano de estréia, a feira reunirá mais de 70 empresas expositoras ligadas à nanotecnologia e ao seu vasto leque de aplicações, como nas indústrias têxtil, alimentícia, automotiva e, entre outras, na de petróleo e gás. Além da feira, uma conferência sobre nanotecnologia e inovação também será realizada no local. O evento promete reunir especialistas brasileiros e estrangeiros para tratar sobre as últimas novidades e tendências do setor.

A feira conta com o patrocínio do SEBRAE e apoio da ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, ABIPTI – Assoc. Bras. Dos Institutos de Pesquisa Tecnológica e Inovação, IPEN – Instituto e Pesquisas Energéticas e Nucleares, ANPROTEC – Assoc. Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores, API.NANO – Arranjo Promotor de Inovação em Nanotecnologia, FUNDAÇÃO CERTI – Fund. Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras, CONFAP – Conselho Nac. Das Fund. Estaduais de Amparo à Pesquisa, CONSECTI – Conselho Nac. De Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I. 

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br