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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Fórum China–Brasil de Tecnologia Submarina discutirá tecnologias para produção de petróleo

A Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ sediará, de 16 a 18 de maio, a primeira edição do China–Brazil Forum for Subsea Technology. Organizado pela Coppe em parceria com a China University Petroleum (CUP) de Beijing, o evento é promovido pela Society for Underwater Technology (SUT) e conta com apoio da Unidade Embrapii-Coppe de Engenharia Submarina. A abertura do Fórum será às 9 horas, no auditório da Coppe, no Centro de Tecnologia 2 (CT 2) da UFRJ, na Cidade Universitária.
No primeiro dia do encontro, a Coppe e a China University Petroleum vão anunciar a criação de um joint institute, o Instituto China–Brasil de Tecnologia Submarina, destinado à realização de estudos e ao desenvolvimento de tecnologias de engenharia subsea em geral. O novo instituto será coordenado pelo professor do Programa de Engenharia Oceânica da Coppe, Carlos Antônio Levi da Conceição, ex-reitor da UFRJ.
Para marcar a implantação da unidade será inaugurada, na segunda-feira (16/05), às 15 horas, a sala onde funcionará o Instituto, erguida ao lado do Laboratório de Tecnologia Submarina (LTS) da Coppe.
Entre as linhas de pesquisa a serem estudadas em parceria pela Coppe e a CUP estão o desenvolvimento de projetos para exploração de petróleo em águas profundas e de aproveitamento de energias renováveis dos oceanos, como a conversão da energia das ondas e da energia das marés em eletricidade.

Alternativas para reduzir custos de produção serão debatidas

A proposta do Fórum China–Brasil de Tecnologia Submarina é discutir tecnologias de engenharia submarina focadas na produção de petróleo em águas profundas. A produção submarina de baixo custo será uma das vertentes a serem debatidas no evento por representantes das companhias de petróleo, das empresas fornecedoras de equipamentos e por pesquisadores do setor.
“Em função da queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional, a indústria está buscando novas alternativas para produção de petróleo a preços mais baixos”, explica o coordenador do Fórum, o professor Segen Estefen, do Laboratório de Tecnologia Submarina da Coppe. Segundo ele, entre as tendências em estudo que podem ser implantadas pelo setor no futuro estão o aumento da utilização de sistemas de produção de petróleo no fundo do mar em substituição às estruturas flutuantes e a implantação de sistemas submarinos de armazenamento de óleo.
A cerimônia de abertura do Fórum contará com as presenças do diretor da Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento da China, Fupeng Huo, e do diretor da Coordenação Internacional de Engenharia Consultiva da China, Chaoying Ma. A Coppe será representada por seu diretor, professor Edson Watanabe, e pelos professores Segen Estefen e Carlos Antônio Levi.
Com convidados da indústria do petróleo e de pesquisadores brasileiros e chineses, o Fórum China–Brasil de Tecnologia Submarina contará com sessões técnicas, nas quais serão discutidos diferentes aspectos da engenharia subsea. Na sessão inicial, a executiva da Petrobras, Anelise Quintão Lara, vai falar sobre a exploração do campo de Libra.
Ao longo dos três dias do evento serão discutidos temas como: perspectivas para sistemas de produção submarina, inovações tecnológicas, segurança em operações submarinas, controle e logística, e contribuições da academia para os desafios submarinos. Veja a programação abaixo.
Destinado a profissionais do setor de petróleo e da área de engenharia submarina, professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação, o Fórum é aberto a todos os interessados. Para participar, é necessário fazer inscrição prévia pelo endereço eletrônicosubseaforum@lts.coppe.ufrj.br, no qual deve ser solicitado o formulário de inscrição e é possível obter mais informações sobre o evento.
O auditório da Coppe fica no Centro de Tecnologia 2 (CT 2) da UFRJ, na rua Moniz Aragão, 360, Bloco 1, na Cidade Universitária, Ilha do Fundão.

TECHNICAL PROGRAM

Monday, May 16th, 2016
9:00-9:30 Opening Ceremony
Chinese and Brazilian authorities
09:30-11:00 Keynote Lecturers
Libra Offshore Field
Anelise Quintão Lara, Executive Manager of Libra, Petrobras

Subsea in China: Progress and Challenges
CNOOC

11:00-11:30 Coffee-Break
11:30-13:00 Perspectives for Subsea Production Systems
Petrobras- Alex Dal Pont, Cenpes - Subsea Equipment Technology Manager
Statoil - Andre Maerli, Leader Researcher in Subsea
Shell- João Mariano, Research & Development Manager
Sinopec- Xu Yang, Drilling Engineer
Petrogal- Mario Luis Ribeiro, Engineer

Tuesday, May 17th, 2016
9:00-10:30 Subsea Innovative Technologies
FMC Technologies- Ricardo do Egito, New Technology Business Development, Manager
GE- Sergio Sabedotti, Director of Technology - Offshore and Submarine Systems
Aker Solutions- Wilson Arruda, R&D Manager
Siemens- Helyson Parente, Technical Specialist
OneSubsea, a Schlumberger Company- Fabricio Santos, Engineering Manager

10:30-11:00 Coffee-Break
11:00-12:30 Safety in Subsea Operations
DNV GL- Marcos Rodrigues, Business Development Leader
Halliburton- Rodrigo Franceli, TSS Shop Supervisor
Subsea Technology Lab, COPPE/UFRJ- Prof. Ilson P. Pasqualino
OneSubsea, a Schlumberger Company- Rafael Parri, Account Manager
Tenaris- Marcelo Salani, Technical Sales Manager

Wednesday, May 18th, 2016
9:00-10:30 Logistics, Control and Offshore Operations
Production Engineering, COPPE/ UFRJ- Prof. Virgílio José M. F. Filho
Ocean Engineering, COPPE/UFRJ- Prof. Jean-David Job E. M. Caprace
Electrical Engineering (Control Group), COPPE/UFRJ- Prof. Liu Hsu
China Ship Scientific Research Center (CSSRC)- Dr. Xiaoming Cheng

10:30-11:00 Coffee-Break
11:00-12:30 University Contributions to Subsea Challenges
Subsea Technology Lab, COPPE/UFRJ- Prof. Segen F.Estefen
LabOceano, COPPE/ UFRJ- Prof. Paulo de Tarso T. Esperança
China University of Petroleum- Prof. Menglan Duan
NEO, COPPE/UFRJ- Prof. Murilo Augusto Vaz
LAMCE,COPPE/ UFRJ- Prof. Luiz Paulo de Freitas Assad
LAMTEO, COPPE/ UFRJ- Prof. Ney Roitman and Prof. Carlos Magluta
LNDC, COPPE/ UFRJ- Prof. Oscar Rosa Mattos


Fonte: http://geofisicabrasil.com/

IV Semana Acadêmica da Engenharia de Petróleo da UFPel

Será realizado entre os dias 30 de maio e 3 de junho, em Pelotas, RS, a Semana Acadêmica da Engenharia de Petróleo da UFPel, o IV Petro-Sul.
O evento tem caráter técnico-científico e é organizado por alunos do Capítulo de Estudantes da SPE UFPel (Society of Petroleum Engineers – UFPel Student Chapter) e do Diretório Acadêmico da Engenharia de Petróleo – DAKA, O objetivo é apresentar à comunidade acadêmica e ao setor produtivo, as mais recentes novidades e tendências tecnológicas da área de E&P de petróleo.
O Petro-Sul se repete anualmente e tem se caracterizado a cada edição por reunir cientistas e profissionais da indústria para ministrarem palestras e minicursos. Entre os convidados deste ano estão o engenheiro de simulação, graduado na Rússia, Juan Mateo Hernandez, e o prof. Hernani Chaves (UERJ) geólogo de petróleo da Petrobras durante três décadas.
Também confirmaram presença, Carlos Alberto Pedroso, engenheiro de petróleo formado pela Universidade Petrobras, atualmente engenheiro da Queiroz Galvão Exploração e Produção Participações. Pedroso possui longa experiência em águas profundas e prêmios como SPE Latin American & Caribbean Production & Operations Technical Awards (2011), Oil Industry National Prize - Technical Excellence (2009) e SPE Distinguished Lecturer (2005-2006); Luis Fernando Neumann, que foi SPE Distinguished Lecturer e em 2013 participou ativamente da construção e estimulação do primeiro poço multi-fraturado da seção pré-sal; e Paulo Marcos Vieira, engenheiro de reservatório com experiência na Bacia de Santos e Campos, entre outros nomes.
O evento conta com o Patrocínio Prata da empresa de E&P de petróleo Karoon Energy International, Patrocínio Bronze da empresa Oxiteno e da empresa de indústria sísmica Spectrum.
Além disso, conta com o apoio da SOLPE – Soluções em Ciências e Engenharia de Petróleo, IDEA Petroleum, RDL Consultoria, Elsevier Editora, Engineering Simulation and Scientific - ESSS Software, Petrobras, Queiroz Galvão Exploração e Produção Participações, AEPET – Associação dos Engenheiros da Petrobras, IBP – Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, SPE Seção Macaé e apoiadores locais.
Para o presidente do SPE Student Chapter UFPel 2015, Natan Battisti, o Petro-Sul "é o maior evento acadêmico do setor petrolífero do Sul do Brasil, que cresce mais a cada ano, e está aberto a todos os estudantes e profissionais que se interessarem em conhecer mais sobre o setor".
O IV Petro-Sul ocorrerá com minicursos pela parte de manhã e palestras na parte da tarde, e a programação e as inscrições estão disponíveis neste site.

Fonte: http://geofisicabrasil.com/


Palestra: Deteção geofísica de sistemas minerais

A importância da penetração em profundidade dos métodos geofísicos para a detecção de sistemas minerais. Este é o tema da palestra do Prof. Mike Dendith (School of Earth and Environment, UWA), que terá lugar no Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB). 
O evento é uma realização do Programa de Pós Graduação em Geologia da UnB.
unb sbgf palestra mike dendith
SBGf e ADIMB

Fonte: http://geofisicabrasil.com/

Brasil deveria investir em P&D para sair da crise

“Ao invés de cortar, o Brasil deveria investir em P&D para sair da crise”, afirma o físico Luiz Davidovich, novo presidente da Academia Brasileira de Ciências. Ele substitui o matemático Jacob Palis, que ficou à frente da entidade por nove anos. A cerimônia de posse foi realizada em 4 de maio junto às celebrações do centenário da ABC, no Rio de Janeiro
abc luiz davidovitch
O físico Luiz Davidovich, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é o novo presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), entidade independente que comemora seu centenário com atividades no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Em entrevista ao Jornal da Ciência, Davidovich condena os cortes feitos nos Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e no da Educação (MEC), e afirma que a saída para a crise econômica está na ampliação dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento.
“O Brasil tem ficado para trás em relação a outros países em desenvolvimento, como a China, a Índia, a África do Sul e a Rússia, que estão apostando em pesquisa em plena crise, porque acreditam que o desenvolvimento científico e tecnológico é fundamental para sair dela”.
Em entrevista, Davidovich falou um pouco sobre os planos para sua gestão, além de avaliar a ciência brasileira. Para ele, é preciso investir na divulgação da Ciência, e para isso, a ABC está fechando uma parceria com o Museu do Amanhã. “Queremos isso não só aqui no Rio, mas em todo o País. Vamos mobilizar as filiais da Academia, que já fazem atividades como simpósios, além de ampliar as parcerias internacionais”, disse.
Jornal da Ciência – O senhor já tem um plano de gestão para a ABC?
Luiz Davidovich – Vamos dar continuidade a algumas coisas. A ABC tem produzido estudos sobre vários temas de grande relevância para o País. São trabalhos acompanhados de propostas de suma importância. A ideia agora é ampliar o leque desses temas abordados. O trabalho sobre reforma da educação superior, por exemplo, deu origem à Universidade Federal do ABC, que é uma universidade moderna, com possibilidade de formação interdisciplinar, contemporânea, para graduação em diversas áreas e saiu de recomendação da Academia. Nos últimos anos, a ABC construiu essa reputação de ser um centro de pensamento sobre o País, que gera propostas de políticas públicas muito consistentes, pois são embasadas na competência científica dos membros da academia.
Essa tem sido uma tarefa importante da Academia e a nova diretoria pretende continuar e ampliar, abordando temas que ainda não foram considerados e que são importantes para o País: fontes de energia, nanotecnologia, biotecnologia, tecnologia de informação, outros biomas, além da Amazônia, como o Mar, para o desenvolvimento sustentável do Brasil.
Pretendemos continuar nessa linha envolvendo um número cada vez maior de membros. É importante que os associados participem cada vez mais desses estudos e da formulação dessas propostas de políticas científicas. Queremos também atrair mais jovens, inclusive motivá-los à Ciência. Estou achando ótimo que essa reunião (em comemoração aos 100 anos da ABC) seja aqui no Museu do Amanhã, que é um lugar perfeito para divulgar a Ciência. Estamos, inclusive, fechando uma parceria com o Museu para divulgarmos mais a Ciência, mas queremos isso não só aqui no Rio, mas em todo o País. Vamos mobilizar as filiais da Academia, que já fazem atividades como simpósios, além de ampliar as parcerias internacionais. Que já existem, mas é sempre bom aumentar. Temos neste evento muitos cientistas de outros países e é um ótimo momento para estreitar mais os laços.
JC – O senhor disse que em entrevista ao MCTI que “para sair da crise, o Brasil deve apostar em ciência”. De que maneira a ABC pode contribuir para isto acontecer?
LD- É interessante que algumas pessoas dizem que numa crise é preciso cortar, então se corta em Ciência e Educação, áreas fundamentais. Em outros países, eles fazem ao contrário. O Brasil tem ficado para trás em relação a outros países em desenvolvimento, como a China, a Índia, a África do Sul e a Rússia, que estão apostando em pesquisa em plena crise, porque acreditam que o desenvolvimento científico e tecnológico é fundamental para sair da crise. Em plena crise, eles aumentam os investimentos porque consideram que esse é o caminho para sair dela de forma sustentável.
Se você corta bolsa, você está acabando os cientistas do futuro. Acabando com cérebros que ajudarão o Brasil a criar inovação tecnológica, a ser um protagonista na Ciência. Gosto muito de uma analogia feita pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com um avião. Se um avião em pleno voo tiver uma pane, teremos que aliviar o peso, mas nunca se desfazer do motor. O motor é a ciência e a tecnologia.
A China, por exemplo, em momentos de crise aumenta o investimento em pesquisa, em particular, na pesquisa básica. No mesmo discurso em que o primeiro ministro chinês diz que o crescimento do País vai desacelerar, ele diz que irão aumentar os investimentos em pesquisa básica e nas melhores universidades. Eles fazem isso porque sabem que esse é o meio de sair da crise, de alavancar o desenvolvimento de forma sustentável, através da inovação tecnológica e da atividade científica. Não é só a China. Os países da Europa chegaram a um acordo, recentemente, no sentido de alcançar investimento em P&D para 3% do PIB em 2020. O investimento do Brasil atualmente em P&D é da ordem de 1,5%.
A proposta da Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e também da ABC era no sentido de alcançar 2% do PIB de investimento em P&D em 2020. Mas essa proposta agora me parece modesta ao comparar os investimentos em outros países. Israel e Coreia do Sul, por exemplo, investem mais de 4% do PIB em P&D. É preciso mudar a mentalidade dos nossos governantes, mas também da sociedade em geral. Precisamos que a sociedade entenda a importância disso para o futuro do País.
JC – Como o senhor avalia a ciência produzida no Brasil?
LD - A ciência do País teve um progresso extraordinário. E ele se deve a investimentos de longos prazos. Ainda estamos aproveitando a criação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) que permitiram sistemas de bolsas que formaram grandes cientistas brasileiros. Esses investimentos começaram na década de 1950 e são responsáveis pela estrutura científica que temos hoje em dia. Estamos publicando nas melhores revistas, mas temos que galgar novos horizontes.
Queremos não só publicar nas melhores revistas, mas sermos, de fato, protagonistas internacionais na área de CT&I. Temos que ter essa ambição. Isso é mais do que nunca um dever, uma missão do nosso País. Muitos países desenvolvidos estão fazendo isso, por exemplo, a China e a Índia. Temos que perseguir essa trilha, senão iremos ‘morrer na praia’.

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Davidovich substitui o matemático Jacob Palis, que ficou à frente da entidade por nove anos. Palis é pesquisador do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa/MCTI) e contribuiu para a expansão da grade curricular da matemática no Brasil. Atuante, ele é membro das academias de ciências chilena, mexicana, americana, francesa, norueguesa e de várias outras associações internacionais. Palis é também o coordenador do Instituto do Milênio (“Avanço Global e Integrado da Matemática Brasileira”). O cientista já foi homenageado com diversos prêmios nacionais e internacionais, tais como Prêmio Moinho Santista (1976), Prêmio TWAS em Matemática (1988), Prêmio Nacional de Ciência e Tecnologia (1990), InterAmerican Prize for Science (1995), Prize Mexico for Science and Technology (2001), Trieste Science Prize (2006), International Prize Accademia Nazionale dei Lincei for Mathematics (2008) e o destacado Balzan Prize (2010), sendo o sétimo matemático premiado, desde 1962, e o primeiro não europeu/americano.

Fonte: http://geofisicabrasil.com/

Petrobras planeja leilão de 36 áreas produtoras de óleo no ES

Até o final de 2016, a Petrobras planeja realizar o leilão de 36 áreas de concessão terrestre de petróleo e gás no Norte do Espírito Santo. Os quatro polos serão ofertados nos municípios de São Mateus, Conceição da Barra e Linhares. O potencial de produção dos polos pode chegar a 3 mil barris por dia.
A intenção da estatal foi apresentada nesta sexta-feira (6), durante uma reunião do Fórum Capixaba de Petróleo e Gás, em Vitória, que reuniu representantes do governo do estado, da Federação da Indústrias (Findes), além de empresários e entidades ligadas ao segmento.
O secretário de Estado de Desenvolvimento, José Eduardo Azevedo, explicou que o potencial estimado de produção de petróleo nessas áreas é de 3 mil barris de óleo por dia, o equivalente a cerca de 20% da produção onshore atual, mas que não chega a 1% da produção total capixaba, de aproximadamente 410 mil barris diários de óleo equivalente (boe).
Apesar do volume produtivo ser pequeno, Azevedo avaliou que a participação de empresas menores e a possibilidade de companhias capixabas arrematarem as áreas vai dar mais dinamismo à economia da região. “Acreditamos que essa iniciativa vai gerar renda, empregos e tributos”, explicou.
O secretário comentou que 14 empresas participaram do evento e demonstraram interesse nos campos petrolíferos, seja para a operação ou para o fornecimento de equipamentos e serviços. Entre elas: Imetame, Vipetro, TecVix, IPI Óleo e Columbia.
saiba maisGoverno do ES vai anular contrato de distribuição de gás com a PetrobrasHartung se encontra com presidente da Petrobras no ES
“Temos empresas qualificadas nesse setor no estado, que estiveram presentes para esclarecer dúvidas e conhecer como será o processo previsto para o último trimestre de 2016”, disse.
A venda desses ativos faz parte do plano de desinvestimentos da que precisa fazer caixa, e optou dentro do plano de negócios focar em projetos prioritários, como o pré-sal. Em todo o país, a venda de campos terrestres engloba 104 concessões.
Na Bacia do Espírito Santo, os quatro polos são: Fazenda São Jorge-Cancã-Fazenda Cedro, com nove concessões; Lagoa Parda, com três concessões; São Mateus com 14 concessões; e o Polo Gás, com quatro áreas, além de seis concessões exploratórias.

Fonte: http://geofisicabrasil.com/

quinta-feira, 5 de maio de 2016

ANP regula neutralização da variação de pesos em conteúdo local

ANP regula neutralização da variação de pesos em conteúdo local
Cortesia ANP/Magda Chambriard Cortesia ANP/Magda Chambriard
A diretoria da ANP aprovou Resolução nº 20/2016, que regula a neutralização da variação de pesos entre o momento da oferta (rodada de licitações) e o momento da apuração (fiscalização) de conteúdo local. O texto foi publicado hoje (04/05) no Diário Oficial da União.
A minuta da resolução esteve em consulta pública entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, e foi objeto de uma audiência pública no dia 17 de fevereiro, nas quais indústria, fornecedores e interessados em geral puderam dar contribuições à regulamentação.
Desde a 7ª Rodada de Licitações, é exigido que o licitante oferte percentuais de conteúdo local para cerca de 70 itens e subitens específicos. Para gerar a oferta de conteúdo local global, tanto da fase de exploração quanto da etapa de desenvolvimento, é necessário que o licitante indique, além dos percentuais de conteúdo local nos itens/subitens, o peso estimado de cada item no custo total do empreendimento.
Contudo, é possível que os pesos estimados durante a licitação sejam muito diferentes daqueles efetivamente realizados ao fim da fase. Em alguns casos, mesmo que o concessionário atenda integralmente o conteúdo local compromissado em cada item, o compromisso global da fase pode não ser atingido, devido a essa variação.
Para solucionar essa questão, a ANP já havia incluído uma cláusula no modelo de contrato da 13ª Rodada de Licitações, realizada em 2015, estabelecendo que poderia haver neutralização caso a variação de pesos ocorresse. A publicação da Resolução ANP nº 20/2016 estabelece os critérios e a equação para o cálculo da neutralização, que será utilizada nos casos em que o percentual de conteúdo local resultante seja menor do que o percentual ofertado. Por ser considerada benéfica aos regulados, a neutralização retroagirá para os demais contratos a partir da 7ª Rodada.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

IBP abre inscrições para três novos cursos em maio

O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) está com inscrições abertas para três cursos que serão realizados ao longo do mês de maio. A carga horária dos cursos varia de 4 horas a 96 horas e as aulas são ministradas pelos especialistas mais requisitados em cada área. O valor das inscrições varia de R$ 380,00 a R$ 2.180,00. Confira as opções de cursos. Mais informações através do site www.ibp.org.br/cursos.
AGENDA DE CURSOS DE MAIO
Direito na Indústria de Petróleo e Gás Natural
Descrição: estruturado em cinco módulos, o curso vai munir os participantes com informações atuais sobre a legislação tributária, regulatória e ambiental vigente, abordando, por exemplo, as relações das empresas operadoras com o Governo, as relações entre sócios, além do regimento de parcerias. O curso também apresenta módulo específico sobre Gás Natural e seu papel na matriz energética mundial.
Data: 21 de maio
Local: Rio de Janeiro (IBP)
Mobilidade Internacional
Descrição: O curso tem como objetivo orientar os participantes a respeito das normas imigratórias vigentes e aplicáveis na transferência de profissionais estrangeiros, atuantes como técnicos de plataformas.
Data: 21 de maio
Local: Rio de Janeiro (IBP)
Tratamento de Águas Industriais
Descrição: O curso visa apresentar aos alunos conhecimentos para atuar diretamente no tratamento de águas industriais, mais especificamente na produção e controle de água industrial e potável por meio de operações e processos de tratamento da água bruta, de origem superficial e subterrânea, abrandamento e desmineralização por troca iônica, filtração por membranas e tratamento de águas de caldeiras e sistemas de água de resfriamento.
Data: 30 de maio
Local: Rio de Janeiro (IBP)

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/