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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Licitação de petróleo deve sair no 3º trimestre de 2017

Petróleo
A 14.ª rodada de licitações de blocos exploratórios de petróleo deve ocorrer no terceiro trimestre de 2017, afirmou Márcio Félix Carvalho Bezerra, secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia.
O leilão deve oferecer áreas em oito bacias sedimentares, tanto em terra quanto no mar. Segundo Félix, o ministério deve divulgar em breve os locais ofertados.
"A gente vai ter novas oportunidades de concessões", afirmou o secretário. Segundo ele, o leilão deve atrair o interesse da indústria nacional, mas, principalmente, de estrangeiros, embora rodadas conduzidas por outros países, como o México, concorram com o Brasil.
"O Brasil é o primeiro em atração geológica, tem alguns pontos naqueles terrenos mais nobres", disse ele.
A 2.ª rodada de licitações sob o regime de partilha também ocorrerá no terceiro trimestre, entre julho e setembro junto com a 14.ª rodada. O leilão incluirá quatro áreas: Sapinhos, Carcará, Gato do Mato e Tartaruga Verde. Já a 4.ª rodada de licitações de áreas marginais ocorrerá em março.
Márcio Félix contou que a regulação sobre a unitização já foi aprovada pela Pré-Sal Petróleo S/A (PPSA) e aguarda conclusão da área jurídica para que seja submetido ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) em breve.
O secretário comentou ainda que o Plano de Negócios apresentado pela Petrobrás para o período de 2017 a 2021 é "bem realista".

Fonte: http://exame.abril.com.br/

Brasil/EUA buscam cooperação técnico-científica para a indústria

Responsáveis por aproximadamente 73% da produção mundial de etanol de primeira geração (1G), biocombustível que reduz em até 90% a emissão da CO2 em relação à gasolina, Brasil e EUA têm enorme potencial para aumentar a cooperação técnico-científica e promover tecnologias mais avançadas no combate ao aquecimento do planeta, conforme prevê o Acordo de Paris.
Segundo enfatizou a representante da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) na América do Norte, Letícia Phillips, no 3rd Kingsman Miami Sugar Conference, evento realizado na primeira quinzena de setembro (12 a 14/09), no Estado da Flórida (EUA), a cooperação entre os dois países pode ajudar a acelerar a massificação da fabricação e uso do etanol de segunda geração (2G), combustível celulósico feito a partir de resíduos agrícolas.
“O etanol 2G dobra a oferta de biocombustível no mercado sem a necessidade de se expandir área de cultivo de cana ou milho. Pode se tornar referência principal no mercado internacional de combustíveis alternativos e da química ‘verde’, especialmente diante das metas de redução das emissões de gases de efeito estufa assumidas por mais de 190 nações no Acordo de Paris”, avalia Letícia Phillips. A participação da executiva na conferência organizada pela Kingsman só foi possível graças à parceria entre a UNICA e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) no projeto Brazilian Sugarcane Ethanol, que busca valorizar a imagem do combustível sucroenergético nacional no exterior.
Diante de uma plateia formada por mais de 100 especialistas de empresas e entidades ligadas aos segmentos de açúcar e biocombustíveis, a representante da UNICA descreveu a evolução do etanol no Brasil até os dias atuais, em que aproximadamente 68% da frota de veículos de passeio é abastecida com 100% de etanol hidratado (E100) ou gasolina contendo até 27% do combustível renovável (E27). Dados da UNICA indicam que, nos últimos 13 anos, ao abastecer o carro flex, o consumidor brasileiro evitou que mais de 350 milhões toneladas de CO2 fossem despejadas na atmosfera.
Outro ponto abordado por Letícia foi a diversificação da produção canavieira no País, onde o bagaço e a palha da cana forneceram, em 2015, energia elétrica suficiente para iluminar 10,4 milhões de residências, ajudando a poupar 14% da água nos reservatórios do submercado Sudeste/Centro-Oeste e evitando a emissão de 8,6 milhões de toneladas de CO2.
Políticas Públicas
De acordo com a executiva da UNICA, um ponto em comum, em todas as intervenções dos representantes da indústria do milho e da cana-de-açúcar nos EUA, Índia e Brasil, durante os debates, foi a necessidade de políticas mais concretas e duradouras para o etanol. “O etanol tem muito mais a oferecer para o mundo, mas precisamos de sinais claros e estáveis para retomarmos o ciclo de investimento. Medidas mais adaptadas à realidade desta indústria e que garantam a competitividade do biocombustível devem ser prioridade, em especial no Brasil e EUA”, conclui.
Acordo de Paris
Celebrado na capital francesa em dezembro de 2015, o Acordo de Paris tem o objetivo de limitar o aumento da temperatura média global abaixo de 2°C em relação aos níveis pré-industriais. Para isso, determina compromissos individuais de cada país para a redução das emissões de GEE.
No caso do Brasil, a proposta é reduzir 37% das emissões de gases de efeito estufa até 2025 e de 43% até 2030 (com base nos níveis de 2005), incluindo a participação de 18% de biocombustíveis sustentáveis na matriz energética, além de um aumento de 10% para 23% no uso de energia renováveis (solar, eólica e biomassa) exclusivamente na matriz elétrica.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

Semana do Petróleo da África conta várias delegações corporativas e governamentais, na Cidade do Cabo

A "Semana do Petróleo da África de 2016" ("2016 Africa Oil Week") terá 130 palestrantes, com exposição de alta qualidade, mais recursos especiais, recepções com coquetel e jantares, cinco dias para formação de relacionamentos (networking), delegações governamentais e corporativas e muito mais -- tudo incluído no custo do delegado e com bem mais de 1.000 delegados de alto escalão da África, governos e grandes empresas de todo o mundo presentes.
Disposições especiais se aplicam a países sul-africanos/CDSA. Pacotes seletivos para patrocinadores estão disponíveis para esse memorável evento.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

Exportação: Plástico Verde da Braskem chega à Escandinávia em embalagem de suco orgânico

Sustentabilidade e Inovação. É com essa combinação que a Braskem, a maior produtora de resina termoplástica das Américas, expande suas parcerias com empresas que incorporam o Plástico Verde em seus produtos. Desta vez, a expansão ocorreu no mercado europeu com o grupo alemão Eckes-Granini, produtor de sucos orgânicos. O suco será engarrafado em embalagem feita de polietileno produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar do Brasil, uma matéria-prima renovável.
Para ajudar os consumidores a reconhecerem o produto, a Braskem criou o selo “I'm greenTM”, que garante a origem renovável da embalagem. Sob as marcas Brämhults e Valsølille, os sucos de maçã e cenoura orgânicos serão distribuídos pelos principais varejistas da Escandinávia e em aeroportos selecionados de países europeus, como Suécia, Dinamarca e Noruega.
“Estamos felizes pelo fato de a Brämhults ter dado um passo adiante com a adoção do I’m green™ e de todo o conceito de renovável. A opção, pioneira em nosso mercado, abriu novas áreas nas quais os materiais biodegradáveis têm menos alcance”, diz Bjarne Högström, representante de marketing e vendas de PE Verde da FKuR Polymers, na Escandinávia.
“A Brämhults é uma empresa inovadora e pioneira no mercado de sucos, e nós sempre valorizamos certos atributos, como alta qualidade, autenticidade e produtos naturais. Daí o desafio de encontrar a embalagem ideal para os nossos produtos. Há anos temos o projeto de utilizar garrafas de base biológica, e com o I’m green™ conseguimos atingir o nosso objetivo", afirmou Stina Haglund, gerente de Marcas da Brämhults Nordic.
De acordo com os resultados da análise de ciclo de vida (realizada de acordo com o ISO 14040, utilizando dados coletados de fornecedores que aderiram ao código de conduta da Braskem), ao longo do seu ciclo o PE Verde fixa o dióxido de carbono proveniente da atmosfera, ao contrário da versão tradicional, ajudando a reduzir os níveis de gases de efeito estufa emitidos pela cadeia produtiva. O produto possui as mesmas características que o polietileno tradicional e pode ser reciclado na cadeia de reciclagem existente. Atualmente, mais de 80 marcas, desde embalagem de alimentos até produtos de beleza, passando por ferramentas de jardinagem e componentes automotivos, são feitas de resina renovável.
“A Braskem e seus distribuidores parceiros na Europa continuam engajados em fornecer soluções de qualidade com vantagens ambientais. O PE Verde garante a sustentabilidade em toda a cadeia do plástico, do campo até o produto final, por ser de uma fonte renovável que garante a captura de carbono”, afirmou Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Gazprom reports gas, condensate discovery in Sea of Okhotsk

OAO Gazprom has reported “substantial gas and condensate inflow” from a well on the Kirinsky block in the Sea of Okhotsk (OGJ Online, Oct. 25, 2013).
The company said “a prospecting and appraisal well” was drilled in the Yuznho-Lunskaya structure, but provided no further details on the well.
After the well is tested and geological information is analyzed, Gazprom will submit reserves estimates to the Federal Subsurface Use Agency.
As part of the Sakhalin III project, Gazprom is engaged in geological exploration of three blocks: Kirinsky, Ayashsky, and Vostochno-Odoptinsky.

Fonte: http://www.ogj.com/

BPTT investment in Trinidad and Tobago could be under threat, executive says

BP Trinidad & Tobago’s (BPTT) Pres. Norman Christie has warned the Trinidad and Tobago government that BPTT’s $5-billion investment could be under threat if it does not provide clarity on where future natural gas supplies will go and the prices they will attract.
In a blunt speech given Sept. 15, Christie said, “No sensible business person recognizing the context we are in is going to invest approximately $5 billion over the next 3-4 years into natural gas projects without knowing where the gas is going to go, and under what pricing mechanism.”
Christie’s comments come as the Caribbean twin-island nation and BPTT are expected to negotiate new gas agreements. Negotiations also are due with Atlantic LNG on a new gas-supply contract. BPTT is the second-largest shareholder in Atlantic LNG.
Speaking at the presentation of BP PLC’s 2016 Energy Statistical Review, Christie opined that a lack of clarity and investment could lead to more gas shortages in the future, even going so far as to suggest that it could be worse than the country has experienced over the last 2 years.
“Failure to bring clarity to these matters quickly will result in a sharp decline in investments, which will lead to a repeat of the circumstances that have materially contributed to the natural gas supply and demand imbalance that we are currently experiencing—only it will be worse.” Christie said.
Trinidad and Tobago has suffered from gas curtailment over the last 4 years and cost the government hundreds of millions of dollars in taxes and also negatively impacted the country’s reputation for reliably supplying its petrochemical customers.
Christie said his comments followed a “longstanding request that the current Gas Master Plan [(GMP)] deliberations must result in clear policy decisions regarding matters such as gas allocation and price and must incentivize upstream investments in an increasingly competitive environment.”
Trinidad and Tobago’s Energy Minister Nicole Oliverre told the Guardian that the GMP will be going before the Standing Committee on Energy, which is chaired by the country’s prime minister, and its findings will then be released to the public.
But Oliverre was clear that the recommendations were based on the findings of the consultants who were hired to develop the plan and also it took into consideration the views of “all the stakeholders.”
Asked if that meant the GMP would address the issues raised by Christie, the minister said, “You know that the consultant actually recommended an expanded role for National Gas Co. of Trinidad & Tobago (NGC). The fact is that the NGC provided a secured market for the upstream gas suppliers and a guarantee supply to the downstreamers.”
In fact, the role of NGC and ensuring that Atlantic LNG gets its supply of gas appear to be a major point of contention between BPTT and the twin-island’s government.
Asked about whether BPTT wanted a review of the role of NGC, Christie admitted this was an issue, saying also it was a key component of getting this right so that there is balance in the risk vs. reward in the business.
Christie said BPTT has worked hard and against significant odds to develop the Juniper and onshore compression projects, which will start production in 2017.
He said, “Beyond these projects though, the next phase of planned major developments starting with Angelin are still not sanctioned and will not be sanctioned unless policy decisions properly recognize the context within which we are operating. We at BPTT have always said that it is not a matter of whether or not the hydrocarbon resources are here in Trinidad, but rather it is matter of how industry and government continue to work together to create an enabling environment to efficiently monetize those resources with fair returns for all stakeholders.”

Fonte: http://www.ogj.com/

Maersk splits oil, transport businesses

A.P. Moller-Maersk AS, Copenhagen, is separating its transportation and oil businesses and starting a 2-year strategic review of the latter.
In a press statement the company said its “main growth focus” will be “delivering best in class transportation and logistics services as an integrated transport and logistics company.”
Oil and oil-related services, the statement said, “will require different solutions for future development, including separation of entities individually or in combination from AP Moller-Maersk AS in the form of joint ventures, mergers, or listing.”
The company said it “aims to find solutions for the oil and oil-related businesses within 24 months.”
A new energy division will comprise Maersk Oil, Maersk Drilling, Maersk Supply Service, and Maersk Tankers.
The statement said Maersk Oil will change strategy to focus “in fewer geographies to gain scale in basins, particularly in the North Sea,” and “aim to strengthen its portfolio through acquisitions or mergers.”
Maersk Oil now has interests in Algeria, Angola, Brazil, Denmark, Ethiopia, Greenland, Iraqi Kurdistan, Kazakhstan, Kenya, Norway, Qatar, the UAE, the UK, and the US.
The operating company “will mature existing key development projects while keeping exploration activities and expenses at a low level,” the statement said. Investments in sanctioned “strategic projects” will continue.
Future investment in Maersk Drilling, Maersk Supply Services, and Maersk Tankers “will be limited,” the company said.
Claus V. Hemmingsen will become chief executive officer of the new energy division and group vice-CEO of A.P. Moller-Maersk.
Jakob Thomasen, now CEO of Maersk Oil, will leave the company in November.

Fonte: http://www.ogj.com/